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  • ESTATUTO G.U.B.F

    2008 - 09.24

    ESTATUTO
    CAPÍTULO I – DENOMINAÇÃO, SEDE, DURAÇÃO, FINS, PATRIMÔNIO E FUNDO SOCIAL

    Art. 1O – G.U.B.F – GRUPO UFOLOGICO DA BAIXADA FLUMINENSE , nestes Estatutos, simplesmente denominada G.U.B.F, é uma sociedade civil, sem fins lucrativos, com sede e fórum na Cidade de Nova Iguaçu Rio de Janeiro

    Art. 2 O – O prazo de duração da G.U.B.F é indeterminado.
    Art. 3 O – A G.U.B.F tem por finalidade específica:
    A) Trabalhar para o desenvolvimento científico-cultural na área da ufologia, exobiologia, parapsicologia e ciências congêneres;
    B) Organizar e realizar conferências, exposições e outras promoções culturais, bem como promover e colaborar na promoção de cursos de assuntos afins, sem limitações regionais;
    C) Criar e manter grupos de pesquisa e estudos técnicos ou práticos relativos às matérias do item “A”;
    D) Manter contato e intercambio com outras entidades congêneres. Opinar e esclarecer sobre assuntos relativos ao seu campo, a opinião pública, através de órgãos da imprensa escrita, falada e televisada.

    Art. 4 O – A G.U.B.F é constituída por sócios, de ambos os sexos, sem distinção de nacionalidade, raça ou crença religiosa e que tenham suas propostas aceitas pela diretoria.
    Art. 5 O – Constituem patrimônio da G.U.B.F, os bens móveis e imóveis, os títulos e ou valores que vier a adquirir ou que receber por meios de doação.
    Art. 6 O – O fundo social da G.U.B.F será constituído pelas mensalidades pagas pelos associados, pelas contribuições espontâneas, pelas subvenções, doações, legados e pelas rendas que os bens ou valores da G.U.B.F possam produzir.

    CAPÍTULO II – DOS PODERES SOCIAIS, SUA ORGANIZAÇÃO E COMPETÊNCIA

    Art. 7 O – São poderes da G.U.B.F:
    A) Assembléia Geral;
    B) Diretoria.

    Art. 8 O – A Assembléia Geral, poder soberano da G.U.B.F, será constituída pelos sócios fundadores e efetivos que se encontrarem em pleno gozo de seus direitos sociais e quites com a Tesouraria.
    Art. 9 O – A Assembléia Geral reunir-se-á:
    A) Ordinariamente, uma vez por ano, para a aprovação das contas da Diretoria e dos planos de atividade para o novo exercício, sendo a bienal, no mês de março, para a eleição da Diretoria.
    B) Extraordinariamente, quando necessário.

    Art. 10 O – As Assembléias Gerais poderão instalar-se em primeira convocação com no mínimo ½ de sócios com direito a voto e em segunda convocação, meia hora depois, com qualquer numero.
    Art. 11 O – A Diretoria da G.U.B.F será constituída por:
    A) um Presidente;
    B) um Vice-Presidente;
    C) um Secretário Geral;
    D) um Tesoureiro.
    Paragrafo único : A Diretoria eleita terá mandato de 02 (dois) anos, sendo permitida a reeleição.
    Art. 12 O – Compete ao Presidente da G.U.B.F :
    A) Administrar e dirigir a G.U.B.F , cumprindo e fazendo cumprir as disposições dos presentes Estatutos, dos regulamentos internos e as deliberações que forem tomadas pela Diretoria;
    B) Convocar e presidir as reuniões da Diretoria;
    C) Representar a G.U.B.F ativa e passivamente judicial e extra-judicialmente;
    D) Ordenar o pagamento das despesas autorizadas, assinar e endossar cheques, em conjunto com o Tesoureiro;
    E) Convocar as Assembléias Gerais Ordinária e Extraordinária.

    Art. 13 O – Compete ao Vice-Presidente auxiliar o Presidente e substitui-lo em suas faltas ou impedimentos.
    Art. 14 O – Compete ao Secretario Geral a organização e a direção da secretaria.
    Art. 15 O – Compete ao Tesoureiro providenciar a arrecadação e controlar o movimento financeiro da G.U.B.F, mantendo em dia a escrituração de receita e despesa, podendo assinar e endossar cheques, sempre em conjunto com o Presidente.

    CAPITULO III – DO QUADRO SOCIAL

    Art. 16 O – O quadro social da G.U.B.F, será constituído das seguintes categorias:
    A) Sócios fundadores, que são os 30 (trinta) primeiros que se associaram à G.U.B.F;
    B) Sócios efetivos, admitidos por propostas encaminhadas à Diretoria e por esta aprovados;
    C) Sócios correspondentes, residentes no país ou no exterior, cujas propostas deverão ser encaminhadas à Diretoria, e deverão manter a G.U.B.F informada das atividades e desenvolvimentos científicos de interesse desta, no tocante às suas regiões ou países;
    D) Sócios honorários, constituídos de pessoas ilustres, físicas ou jurídicas, que por seus méritos a , G.U.B.F através de Assembléia Geral, delibere homenagear.

    Art. 17 O – Somente os sócios fundadores e efetivos gozam do direito de votar e de serem votados.
    Art. 18 O – Os sócios estão sujeitos ao pagamento de contribuições mensais, cujo valor e sistema de arrecadação serão estipulados pela Diretoria, devendo constar, obrigatoriamente, da ata da reunião em que a decisão foi aprovada por maioria.
    Art. 19 O – Serão excluídos do Quadro Social os sócios que deixarem de cumprir suas obrigações estatutárias e regimentais sem justificação aceita pela Diretoria, os que atentarem ao bom andamento das suas atividades, aos que indevidamente usarem o nome da G.U.B.F para proveito próprio e aos que deixarem de efetuar o pagamento de 02 (duas) mensalidades consecutivas, sem justa causa.
    § Único – É facultado ao sócio excluído, o direito de recurso à Assembléia Geral imediata à data de sua exclusão, sendo-lhe assegurado pleno direito de defesa.

    CAPITULO IV – DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS

    Art. 20 O – Os sócios não respondem nem individual nem subsidiariamente pelas dívidas ou compromissos da G.U.B.F.
    Art. 21 O – O ano social coincidirá com o ano civil.
    Art. 22 O – As alterações e reformas dos presentes Estatutos, só poderão ser deliberadas em Assembléia Geral Extraordinária, especial e especificamente convocada para tal fim, e deverá contar com a presença mínima de 2/3 dos sócios fundadores e efetivos, em primeira convocação e com o mínimo de ½ dos sócios em segunda convocação, meia hora depois. Em hipótese alguma tais alterações ou reformas poderão objetivar ou atingir as finalidades especifica da G.U.B.F.
    Art. 23 O – A G.U.B.F somente poderá se extinta por decisão da Assembléia Geral Extraordinária, especialmente convocada para tal fim.
    Art. 24 O – Em caso de extinção da , G.U.B.F depois de pagas as dívidas porventura existentes, a destinação do patrimônio será resolvido pela Assembléia Geral Extraordinária, especialmente convocada para tal fim.
    Art. 25 O – Ficarão automaticamente destituídos de seus cargos os membros da Diretoria que faltarem a 03 (três) reuniões consecutivas, sem motivo justificável a critério da Diretoria.
    § Único – Os cargos vagos serão preenchidos por sócios livremente escolhidos pelo Presidente da G.U.B.F .

    Nova iguaçu, 13  de  setembro 2007

    _____________________ ___________________
    Presidente Vice-Presidente

    TIPOS DE CONTATO

    1° GRAU – Observação simples do fenômeno, sem que este interfira no meio ambiente.

    2° GRAU – Observação simples do fenômeno, porém se observam efeitos físicos em animais e matéria orgânica, tais como, vegetação chamuscada ou podada, galhos de árvores quebrados, animais assustados, além de faróis de veículos, motores e rádios que desligam-se durante algum tempo.

    3° GRAU – Observação de discos voadores onde seus tripulantes são vistos em seu interior ou nas proximidades.

    4° GRAU – A chamada abdução ou seqüestro, ou convite para entrar no disco voador. Geralmente os abduzidos são submetidos a diversos exames (pele, sangue, extração de sêmen e óvulos, etc.) antes de serem colocados fora da nave, sendo que na maioria das vezes esta lembrança é apagada da memória do abduzido, sendo apenas possível recordar dos fatos mediante sessões de hipnose.

    5° GRAU – Assim chamados quando os extraterrestres implantam “chips” nos abduzidos. Os locais dos implantes são variados, podendo ser em uma narina (mais comum), cabeça, mãos, pés ou também em outras partes do corpo. Estes “chips” são eletródios que acredita-se serem utilizados para acelerar a evolução cultural emitindo ondas dirigidas ao encéfalo, ou subconsciente. Com isso, acredita-se que desenvolve-se a percepção de novas dimensões e os fenômenos extra-sensoriais como clarividência, e outros dons paranormais. O curioso é que na maioria das vezes estes implantes não são físicos e há alguns ufólogos que acreditam que sirvam para monitoramento.

    PESQUISA DE CAMPO E VIGÍLIA
    Por: Roberto A. Beck

    1 – APRESENTAÇÃO

    As pesquisas de campo e vigílias são de suma importância para um ufólogo. Não só permitem coletas de dados como é um excelente meio de se colocar o conhecimento do pesquisador em prática.
    As vigílias se efetuam através da observação do céu e do meio ambiente. Servem não só para união do grupo como para troca de experiência e informações.
    As pesquisas de campo são basicamente constituídas por informações de terceiros que de alguma forma vivenciaram ocorrências ou com DVs ou com seus tripulantes ou ainda com fenômenos relacionados aos mesmos e que servem de complemento para o ufólogo na comprovação do fato.

    2 – OBJETIVOS

    Evidentemente que entre os objetivos principais está a coleta de provas definitivas da existência dos Discos Voadores e de seus possíveis tripulantes por meio de filmages, fotografias, coleta de material por ventura deixado pelos mesmos, e nisto podemos incluir: moldes de marcas de trens de pouso, análise química do solo, da vegetação e outros elementos da natureza, objetivando detectar alguma espécie de radiação e ou eletromagnetismo, etc…a esse tipo de pesquisa, em que o grupo de ufólogos pretende vivenciar o fenômeno chamaremos de pesquisa direta ou vigília.
    A pesquisa indireta ou de campo (nessas estão incluídos todos os tipos de contatos imediatos de zero a quinto grau) é a coleta de informações e dados fornecidos por terceiros e, nestes casos, poder-se-á coletar também aqueles elementos, desde que o grupo chegue rápido ao local da ocorrência, evitando-se desta forma que a natureza destrua as “provas” deixadas pelo objeto (chuva, vento, animais, etc…) bem como pessoas inescrupulosas.

    3 – O GRUPO

    Importante é a seleção do pessoal que deverá realizar a pesquisa de campo ou vigília. Primeiramente há de se ver a possibilidade de cada um com referência a tempo disponível. Máximo de 10 e mínimo de 06 pessoas, conforme forem as exigências de cada caso, distância a ser percorrida e tempo de duração da pesquisa em si.
    O grupo deve se constituir de pessoas unidas, solidárias e ágeis, sendo necessário que tenham:
    a – equilíbrio
    b – coragem
    c – condições físicas satisfatórias
    d – ânimo redobrado
    f – união
    Importante evitar levar pessoas sem preparo, estranhas ao grupo, menores de idade (menos de 14 anos ), mulheres grávidas e outras que possam de alguma forma vir a prejudicar ou mesmo fazer com que se interrompa a pesquisa .

    O COORDENADOR

    Deve-se escolher um coordenador o qual vai definir deveres e obrigações de cada qual, ou seja as funções de cada um. O coordenador é quem vai definir durante a pesquisa o que se deve fazer nas diversas situações que se apresentarem. Se por acaso houver necessidade, o coordenador colocará o problema em discussão e será resolvido pela maioria.
    Antes de toda vigília o grupo deve se reunir para traçar e discutir os detalhes da mesma tais como: tempo, custos, subsistência, índices de sobrevivência, elementos necessários para o deslocamento, o retorno etc…

    MATERIAL

    São os seguintes:

    1 – Material de Investigação

    Papel, caneta, lapiseira, mapa, régua, compasso, bússola, câmera fotográfica, filmadora (com tripés), binóculo, relógio com cronômetro, gravador, walk-talk de médio a grande alcance, lanterna, detector das radiações eletromagnéticas, contador gêiser.

    2 – Material de Acampamento

    Barracas, redes (com mosquiteiros), cordas, fogão portátil, combustível e fósforo, prato, panelas, talheres, alimentação básica, água mineral, kit de primeiros socorros completo, medicamentos para dores, antitérmico, anti-histamínico, etc..

    3 – Material Pessoal

    Roupas: levar o mínimo necessário e de acordo com a época e local do acampamento. Recomenda-se roupas folgadas e com bolsos grandes acomodadas em mochilas impermeáveis onde serão levados, também, objetos de uso pessoal e de higiene. Obs: a calça deve ser folgada e de tecido grosso.

    4 – Calçados

    Botas de cano curto ou longo, meias grossas e compridas. Um par de tênis para uso no local do acampamento.

    5 – Utilidades

    Faca, canivete, lanterna, isqueiro, lupa, documentos pessoais, cajado, cantil, boné, repelente, protetor solar.

    6 – Deslocamento

    O grupo nunca deve se deslocar para o local da vigília em um único veículo de preferência um utilitário para carregar o material e automóveis para conduzir as pessoas, sem apertos e incômodos.
    Deve-se chegar ao local de dia para escolha, limpeza e montagem do acampamento (se for o caso).
    Em vigílias rápidas (de algumas horas ou somente uma noite), muitos desses materiais poderão ser dispensados, ficando a critério de o grupo escolher o que levar.

    7 – Local da Vigília

    Nunca acampar perto de rios, beira de barrancos, embaixo de árvores, perto de grutas, locais pedregosos, mato alto. Procurar sempre local não muito descampado e alto de onde se possa ter uma visão geral de toda a região (de preferência os 360 graus).
    Observar se existem estradas, casas, movimento de pessoas, tráfego aéreo, pegadas de animais, rastros de répteis, montes de cupins, charco, rio e lagoa.
    Deve-se levar um plástico branco ou lona para se fazer uma cobertura para proteção durante o período da pesquisa, bancos ou cadeiras dobráveis (3 no máximo), para revezamento de descanso.
    As barracas devem ficar perto umas das outras e uma pequena fogueira deve ser mantida acesa durante toda a noite com os cuidados necessárias para que não se alastre pelo ambiente.
    Dependendo da quantidade de pessoas, faz-se o revezamento de no mínimo dois por plantão, também mínimo de 2 horas a partir de horário que o próprio grupo determinará.
    Os que não estiverem escalados para fazerem o primeiro turno, devem ir dormir ou descansar.
    Os que estiverem de plantão darão o alarme caso constatem algo interessante ou alguma emergência.

    Não se deve em vigílias:

    Falar alto (à noite)
    Promover serenatas
    Comportar-se inadequadamente
    Discutir assuntos fora do tema ufológico
    Ligar rádios
    Afastar-se do grupo sem avisar

    8 – Refeições:

    Haverá um responsável (cozinheiro) que ficará a cargo das refeições e o horário para as mesmas será pré-estabelecido pelo grupo. Cada qual lavará seu prato, talheres e copo e os manterá sob sua guarda.
    O resto do material de cozinha deverá ficar sob os cuidados do cozinheiro que promoverá sua limpeza e conservação.
    Quanto aos alimentos a serem consumidos, na reunião prévia deve-se encarregar uma pequena comissão que deliberará sobre a compra dos mesmos, baseando-se no número de participantes e o tempo que levará a pesquisa.
    As despesas de alimentação, combustível e outras que se fizerem necessárias serão dividas em partes iguais entre os participantes.

    A VIGILIA

    Em vigílias prolongadas com acampamentos, ou vigílias simples (horas), o coordenador terá sob sua responsabilidade o bom andamento da mesma, usando para tal seus conhecimentos e experiências, portando sempre manuais ou livros de primeiros socorros bem como de procedimentos emergenciais em situações de risco. Um grupo bem treinado e informado tem bem mais possibilidades de sucesso. Portanto, reuniões prévias devem ser realizadas para conhecimentos das várias situações que podem ser apresentadas em tais ocasiões.
    Tão logo esteja o grupo acomodado no local, e como uma primeira medida de início de pesquisa, é conveniente entrevistar as pessoas por ventura residentes por perto (ainda durante o dia), colhendo assim informações sobre possíveis avistamentos e ou ocorrências estranhas que venham enriquecer a coleta de dados bem como fornecer “pistas” a respeito do local exato de fatos anteriores (se for o caso). Um pequeno grupo de duas ou três pessoas deve ser designado para isto, fotografando, filmando e gravando as entrevistas consideradas relevantes, enquanto os outros elementos permanecerão no acampamento ultimando providências.
    Filmadoras e máquinas fotográficas deverão já estar em posição de serem usadas, devidamente em seus tripés e cobertas por plástico para protegê-las de chuva, sereno, poeira etc. As máquinas fotográficas deverão estar no modo B (FOTOS NOTURNAS), para exposição prolongada de abertura de diafragma (e com filmes de 400 asa para cima) e as filmadoras devem ser colocadas no modo MANUAL, não devendo-se fazer uso do ZOOM com muita frequência, evitando-se desta forma que as imagens se desfoquem. As pessoas que vão usar as máquinas devem, portanto, possuir um mínimo de conhecimento de como fazê-lo de maneira correta para que não sejam perdidas oportunidades, raras, de se documentar fatos tão importantes numa vigília, desde que aconteçam, é claro. Estar prevenido, preparado, dominar o instrumento de trabalho e o mais importante, ser frio, calmo e competente na hora de ter que agir é a receita para o sucesso.

    COMO DEVE O GRUPO SE COMPORTAR DIANTE DE AVISTAMENTOS DE NAVES , SONDAS OU ATÉ MESMO ALGUM TIPO DE VISITANTE

    em avistamento a longa distância;
    em avistamento próximo;
    num possível contato visual com algum ser;
    na aproximação de um ou mais visitantes, do grupo;
    convite para adentrar a nave;
    tentativa de abdução de um ou mais elementos do grupo.

    Imaginemos por um momento se realmente venha a acontecer uma das hipóteses acima relacionadas, como você agiria no momento da ocorrência? Correria? Ficaria parado? Se esconderia em algum lugar? Se uniria ao grupo e aguardaria os resultados?
    Eis aí uma questão que à primeira vista pode parecer impossível de se realizar, mas que necessariamente terá que ser discutida entre os participantes nas reuniões prévias, porque vai depender, e muito, das pessoas que estiverem no grupo.
    Por exemplo: certa ocasião em uma de nossas vigílias em Alexânia, um dos componentes passou mal ao ver se aproximar do grupo uma sonda avermelhada e teve que ser conduzido às pressas para dentro de um dos veículos, que por sorte, estava perto do local. E alí permaneceu até o fim, sem mais participar dos acontecimentos daquela noite.
    Portanto, qualquer decisão tomada pelo grupo com relação a esse aspecto deve ser seguida por todos por ocasião da possível ocorrência.

    GRUPOS DE INICIANTES

    Novos grupos de pesquisadores devem sempre iniciar suas pesquisas com as vigílias rápidas, ou seja, aquelas que possibilitem o retorno na mesma noite e que não necessitem de acampamento ou permanência demorada no local. São geralmente pesquisas cuja duração pode variar entre 3 a 6 horas e que representam pouco gasto e pouco material, devendo-se levar o necessário (material de pesquisa em si, um lanche variado, agasalhos, etc.).
    Tais pesquisas vão dando ao grupo mais experiência e os elementos devem permanecer sempre os mesmos e, com o tempo, novos pesquisadores podem ir sendo acrescentados, recebendo dos mais antigos as informações de como participar e também serem úteis às finalidades propostas.

    A VIGILIA SOLITÁRIA

    Em lugares desconhecidos nem pensem nisto. Quando muito, poderá ser realizada em seu próprio sitio ou fazenda, ou da varanda de seu apartamento, confortavelmente, sem perigos de assaltos, ataques de animais ferozes ou outras surpresas desagradáveis. Por isto é que se aconselha pesquisas em grupos.
    Já passei por um belo susto desses quando num local de nossas vigílias, lá estava eu, sozinho, alí pelas 3 h, olhando para as estrelas, céu limpo, sem lua, doidinho para ser abduzido, mas quase fui engolido… de repente senti atrás de mim alguém ou alguma coisa. Estava com a lanterna na mão e o 38 na cintura. Virei-me de repente, acendi a lanterna e apontei o 38. Era um lobo Guará a não mais de 10 m às minhas costas. Só dei um tiro para o alto e o bicho disparou pelo cerrado. Mas o coração quase parou de bater e fui embora dormir.
    Os detalhes sobre o uso do material de pesquisa, conhecimento básico de astronomia, fenômenos naturais, primeiros socorros e toda espécie de recursos emergenciais que a natureza possa oferecer devem ficar não só a cargo do coordenador como de pessoas capacitadas por ventura componentes do grupo.

    A Pesquisa de Campo

    Diferente da VIGILIA (que chamamos de atividade direta), a Pesquisa de Campo (que chamamos de atividade indireta) nada mais é que a coleta de informações de situações vivenciadas por terceiros relativas a acontecimentos ufológicos.
    Em tais casos a equipe a ser montada deve-se constituir por pessoas devidamente pré – selecionadas com capacidades e perspicácia investigativa , de bom entendimento psicológico e intuitivo, de preferência possuindo um elemento com conhecimentso de técnicas de abordagem jornalística/ufológica para um perfeito levantamento e confiabilidade dos dados ou informações levantadas.
    É recomendável o uso de um questionário a ser preenchido pelo(s) informantes( ou contatados) com todos os detalhes da situação por ele(s) vivenciadas, bem como se fazer fotos e filmagem dos locais da(s) ocorrência(s) e de seus participantes, assim como gravações de toda a conversa em torno do assunto durante a coleta de dados, mesmo das pessoas que não participaram do evento (às vezes no meio desses, alguma informação elucidadora e adicional pode vir a ser bastante interessante).
    Tal grupo deve ser constituído no mínimo por três pessoas, com tempo disponível para um pesquisa prolongada se for o caso. Após a análise dos dados coletados e apresentados a todos os componentes do grupo, se considerados confiáveis ou autênticos, devem ser levados a conhecimento público através da mídia e a todos os grupos envolvidos na mesma pesquisa.
    Dependendo da ocorrência, o grupo deve continuar acompanhando o caso bem como os seus envolvidos principalmente se houver casos de implantes ou efeitos de qualquer ordem nas pessoas, ocorrências merecedoras de um acompanhamento constante seguido de toda sorte de ajuda possível às vítimas.
    Um formulário que deve ser adotado pela Entidade e seus grupos de pesquisas é o do sr. Wilson Geraldo de Oliveira
    (GEU- UNB), por considerarmos muito bem elaborado e completo o qual, tomamos a liberdade de anexá-lo ao presente trabalho.
    Creio havermos, de uma forma sintética, abordado os principais pontos necessários para que se obtenha resultados positivos em Pesquisas de Campo e Vigílias a serem realizadas por grupos de ufólogos. O principal é que sejam constituídos por pessoas que pensem mais ou menos da mesma forma quanto à sua realização com o uso adequado de procedimentos pré – estabelecidos e

    SUCESSO PARA TODOS !!!

    A QUESTÃO DO SATÉLITE NA VIGÍLIA
    Uma contribuição aos investigadores de campo
    Ubirajara Franco Rodrigues
    Acervo SOCEX

    Introdução

    Um aspecto que de há muito desperta o interesse dos ufólogos é a controvertida possibilidade de se avistarem satélites artificiais em certas horas e condições. Evidentemente para os “experts” em Astronáutica e Astronomia tal assunto não apresenta dificuldade. No entanto temos notado que com o advento cada vez maior da vontade dos pesquisadores em adquirir postura objetiva e científica, mormente perante depoimentos de testemunhas de alegados avistamentos ufológicos, o problema vem oferecendo alguma barreira, principalmente para fins de registro e análise. Nos últimos eventos de que participamos, fomos abordados por colegas desejosos de trocar idéias a respeito do tema. Isso nos inspirou a elaborar esta pequena contribuição. Baseamo-nos em noções elementares de Astronomia e fomos buscar em compêndios de Astronáutica as informações que aqui passamos.

    Muitos ufólogos já depararam com depoimentos de pessoas, que avistaram um pequeno ponto de luz varando os céus em trajetória retilínea, sem os característicos movimentos do UFO. Partindo da premissa de que tal objeto se manifestou fora da atmosfera, como temos certeza absoluta de que se tratava de um dos satélites artificiais que rodeiam nosso planeta? De que forma poderemos considerar o número de dados para registrá-lo em termos de possibilidades, de que se tratava ou não de um UFO?

    É o que tentaremos estudar.

    Durante o texto, o leitor encontrará alguns termos científicos, mormente usados em astronomia, pelo que sugerimos a consulta de um pequeno glossário ao final do trabalho, correspondente á numeração aposta no próprio texto.

    Como o assunto é do direto interesse do pesquisador em Ufologia, recomendamos a leitura das obras especializadas, que dão destaque a satélites artificiais, para maior entendimento. Algumas delas estão relacionadas na rápida bibliografia, ao final deste trabalho.

    Peço, finalmente, licença para dedicar o presente a dois pesquisadores que representavam, segura e responsavelmente, alinha científica da Ufologia brasileira: a Carlos Alberto Reis e Jaime Lauda, com meu abraço.

    O que é uma Vigília?
    Certa ocasião, alguém ergueu o dedo num auditório e lançou a pergunta – “Afinal, qual a finalidade das tais vigílias?” – A resposta é óbvia. Vigília é um período de tempo escolhido pelo pesquisador para, em determinado local, observar manifestações de características ufológicas, e colher dados que justifiquem um alegado índice anormal de aparições. O ouvinte, desejoso de informações acadêmicas, retrucou logo; “Em suma, vocês são uma turma de loucos que vão para o mato caçar disco voador”.

    Em princípio ele teria razão. Não se pode lançar mão da vigília com a única finalidade de avistar um UFO. Ela tem utilidade bem ampla. Muitos depoimentos originam-se da confusão que o mal informado faz quando avista um fenômeno natural pouco comum e principalmente ao observar fenômenos artificiais de apresentação à primeira vista indefinível. É o caso de automóveis e tratores no alto de serras e, ao mais das vezes, dos Satélites Artificiais. A vigília é oportunidade para se registrarem, além de outras, aparições de engenhos conhecidos e ocorrências naturais, que possam ser confundidos com Objetos Voadores Não Identificados. Método científico é o comparativo, quando checagem de informações precisas é importante e podemos concluir por uma coincidência de dados.

    Comum avistarmos o nascimento de um astro no horizonte, onde o espetáculo é notável em períodos de atmosfera carregada, que funcionando como lente, torna o brilho da estrela bastante ampliado. Munidos de uma carta estelar, sabemos que a tal hora e em tal posição, tendo como um ponto de referência algum acidente geográfico ou topográfico, uma estrela, “X”, surgiu no céu observável. A evidência do fenômeno pode impressionar um leigo, que julga ter sido testemunha de uma aparição ufológica.

    A má informação torna tão frágil a impressão do observador, que confusões assim são mais comuns do que se supõe.
    Temos registros de pessoas que juram ter avistado discos voadores que, no entanto eram automóveis em estradas isoladas, invisíveis à noite. De “contatados” que se comunicaram telepaticamente com tocos de árvores pegando fogo no pasto (como conta de maneira hilariante o pesquisador brasileiro Roberto Beck) e assim por diante.

    Ocorrências astronômicas são mais comuns em casos de confusão. Nós mesmos, com nossa equipe, fomos vítimas da estrela Alfa da Constelação do Centauro, quando o fator emocional nos jogou num verdadeiro e constrangedor frenesi, diante da possibilidade de estarmos avistando um enorme UFO, que ao telescópio apresentava-se como duas bolas unidas (1). Diga-se de passagem que a “famigerada” explicação dada pela USAF (2) a avistamentos de UFOs, como se fossem observações do Planeta Vênus, à época do Projeto Livro Azul, não era tão desrespeitosa. Vênus já fez congestionar nossos telefones por inúmeras vezes.

    Os trabalhos na vigília não se restringem à observação noturna. O dia deve ser utilizado para colherem-se dadas de eventuais observações da noite anterior, perante pessoas da cidade e do meio rural circundante. Pelo método comparativo, o avistamento de um UFO no mesmo sítio do espaço, à mesma hora e de idênticas características visuais ao nascimento do nosso astro “X”, cai diante da probabilidade de se ter observado o tal astro, que é praticamente de cem por cento.

    O Satélite Constante Intruso
    Durante uma vigília, qualquer coisa que se mova no espaço paralisará nossos nervos. A parte aviões, que ao lado de fenômenos naturais devem ser objeto de outro estudo, vamos nos ater aos satélites artificiais. De pronto o caro leitor perguntar-se-ia se há uma maneira segura de se afirmar se um ponto de luz em movimento a grande altitude não se trata de um UFO. É claro que não. Mas a finalidade deste trabalho é descobrir a fórmula de um processo eliminatório, portanto específico aos horários e condições prováveis de observação de satélites.

    Sou compelido a tecer um comentário importante: Sempre que um fato ufológico movimenta a Imprensa, a tendência é solicitar o parecer de um astrônomo. Nada mais certo à primeira vista, levando-se em conta a possibilidade de ter ocorrido a confusão com um evento astronômico. Mas não se justifica ao extremo. Foi astrônomo quem nos chamou a atenção para isso (3). O incidente UFO é acontecimento de baixa altitude (estatisticamente falando). O astrônomo quase sempre observa um sítio certo do espaço, tendo o seu telescópio regulado num campo restrito, com o foco direcionado para distâncias imensas fora da atmosfera. Caso um Objeto cruze a frente de seu telescópio, o que já seria rara coincidência, provavelmente o estudioso sequer o notaria, em virtude da distância focal. Ademais não vemos outros fatores que justifiquem ao astrônomo opinar sobre UFOs, somente porque se tratam de eventos cuja característica é o vôo. Enfim, os acontecimentos elementares de astronomia são necessários ao ufólogo. A recíproca talvez não seja imprescindível.

    Vulgamente os satélites, emtermos visuais, são pontos de diversas intensidades de brilho cruzando o espaço em linha características conhecidas dos aviões, entre elas as do vôo “por instrumentos”. Podemos acompanhar a trajetória de satélites de variados tamanhos e brilhos. Esses silenciosos caminhantes espaciais tomaram conta do céu a partir de 4 de outubro de 1957 quando o Sputnik (4) abriu a leva de engenhos artificiais colocados em órbitas da Terra. Um cálculo nada exageração afirma que em média coloca-se um satélite em órbita por semana. Diversos países tem tecnologia propícia à farta utilização de satélites artificiais, como EUA, França, Holanda, Canadá, Itália, China, etc. Suas destinações, além de bélicas, são inúmeras: comunicação (como a rede Intelsat), por canais que substituem, mais propriamente, todos os cabos submarinos: meteorologia, com destaque à previsão do tempo via TV, avisos sobre furacões e tempestades: cartografia; informações sobre colheitas e pragas: distribuição de águas de superfície: indicação de poluição de água e ar:: navegação: medições astronômicas e outras infindáveis pesquisas de astronomia, mormente após a colocação de telescópio infravermelho fora da atmosfera. São tantos os satélites, parte deles visível a olho nu, que alguns acordos aéreos entre Potências foram firmados com o lançamento de satélites de controle do tráfego aéreo para regularizar a segurança nos ares.

    Que nenhum Ufólogo se assuste quando observar, o que não é raro, vários satélites cruzando os céus simultaneamente na mesma trajetória, como verdadeira esquadrilha. Até o fim do primeiro semestre de 1983, portanto em cerca de vinte e cinco anos, treze mil e quinhentos satélites foram lançados, com a utilização de 2.230 foguetes (que também levaram ao espaço 111 pessoas).

    Um Comportamento Estranho
    Intrusos e de estranho comportamento, os satélites surgem de surpresa, logo após o horizonte ou manifestam-se de repente em pleno céu, quase no “Zênite” (5). Outra característica de sua invasão da abóbada celeste é a impressão que dão de, aos poucos, irem diminuindo sua luminosidade, como se “apagassem sua luz”, até desaparecerem em pleno espaço. Diante de tais casos, espantamo-nos porque juramos que nenhuma nuvem, por tênue que fosse, pudesse ali estar para escondê-los. Os satélites se cruzam à nossa vista, em rotas perpendiculares e oblíquas entre si.

    Como sabemos, boa parte não é eternamente aproveitável. Apesar do muito espaço que existe à órbita do planeta, o número de objetos e artefatos artificiais é tão grande que o perigo de colisão existe. Basta lembrarmos que os acidentes de avião seriam ilógicos se considerássemos a vastidão do espaço aéreo. No entanto ocorrem. Outro exemplo é a imensidão dos oceanos, onde independentemente disso acontecem amiúde colisões entre embarcações.

    Um cálculo de previsão para 1985 foi elaborado por Vladimir Chobotov, da Corporação Aeroespacial de El Segundo, Califórnia. Ele calcula a probabilidade de 50% de colisão para um objeto de 50 metros a seu raio, colocado em órbita circular de baixa altitude (6), com objetivo de permanência no espaço de mil dias. A época dessas contas 1983 o estudioso lembrou que em volta da Terra já existiam cerca de cinco mil artefatos perceptíveis por radar.

    Dezenas de explosões no espaço, sem dúvida atribuíveis a choques entre satélites, foram e são detectadas. Algumas não são meramente acidentais, mas programadas, provocadas por satélites destinados à destruição de outros espiões. É a “guerra nas estrelas”, hoje tão comentada. Toda uma festa no céu só tende a esquentar, considerando-se as inúmeras utilidades da ocupação espacial. Se nós Ufólogos acharmos que a tendência é tornar-se mais fácil o trabalho para analisarmos avistamentos de OVNIs, enganamo-nos. A cada dia que passa mais e mais fatores estarão complicando nossos céus, provocando confusões e enganos.

    Parte dos corpos que circulam ao redor do mundo são meros calhaus espaciais, como peças de equipamento e destroços de corpos arrebentados. Algumas das explosões registradas são perfeitamente identificáveis, pois é público que a Rússia propositalmente costuma destruir seus próprios aparelhos, como fez com algumas estações da série Salyut, que eram equipadas com instrumental útil. Outras explosões só podem ser atribuídas a choques entre satélites, pois que, por exemplo, grande parte deles descreve órbita relativa à região polar, para não sofrerem tanto a ação de correntes magnéticas e do cinturão de Van Allen.

    Certos corpos mais importantes, pelo custo e destinação, que explodiram, tiveram sua destruição mais notável, como o Skylab, o Cosmos 1402, o Cosmos 1275, o Explorer 36, o Cosmos 954, o Pageus. Quando não são estilhaçados por colisão ou destruição provocada, sofrem avarias e, perdendo força, não conseguindo manter-se em órbita, precipitam-se na atmosfera, partindo-se na reentrada em dezenas de pedaços. Este é outro fenômeno que pode surpreender numa noite escura e estrelada, causando confusão em OVNIs. Após bater na massa de ar, o satélite perde velocidade e se fragmenta, bombardeando o solo. Se alguém teve oportunidade de testemunhar a reentrada da atmosfera de um aparelho como o Cosmo 1402, deve ter observado um espetáculo digno de registro, pois ele tinha 14 metros de comprimento. Usava um reator nuclear de propulsão, abastecido com carga de 45 quilos de urânio.
    Órbitas e Observações
    Em termos vulgares, velocidade angular é a relativa ao ponto de observação. Os satélites de órbitas próximas (cerca de 200km. de altitude), apresentam a mesma velocidade angular de um avião voando a grande altitude. Messes casos fica mais difícil distinguir um do outro, mas muito raramente não conseguiremos notar a luz piscante do avião, mormente se estivermos munidos de um modesto binóculo. Aqui uma sugestão é cabível: Sempre que acompanharmos a trajetória de um ponto de luz, procuremos observar a sua passagem no espaço zênite ou à nossa frente. Em se tratando de avião, seguramente notaremos sua luz característica. Os intervalos entre as piscadas são quase regulares.

    Não confundir, entretanto, com uma nítida variação de brilho nos satélites, que pode ser registrada. Certos artefatos oscilam sua luminosidade, mormente quando são alongados e giram em torno do próprio eixo. Porém o problema de órbita é a chave do nosso estudo. Inicialmente, a velocidade de vôo de um satélite para a órbita é imprimida de modo que a força centrífuga seja exatamente igual à força gravitacional (atração) do planeta. Se por acaso um corpo fosse colocado a pouca altura de vôo, conseguiria dar a volta ao mundo em uma hora, 24 minutos e 25 segundos a uma velocidade de 7,91km/ segundo, mas na prática não completaria sua volta em virtude da resistência do ar. Para que um satélite complete uma volta ao redor do mundo, deve ser colocado em órbita de no mínimo 160km de altitude, a partir do que a resistência do ar torna-se cada vez menos forte até que a última camada da atmosfera (7) seja ultrapassada.

    Dependendo da área de superfície a ser coberta, os satélites são colocados estrategicamente em altitude e rota predeterminadas. Tais rotas podem ser modificadas se os artefatos contarem com um foguete próprio que os impulsione para a direção da órbita desejada. O primeiro ponto a ser, pois levado em conta, de maiores possibilidades de observação, é que os habitantes de regiões limítrofes ao Equador são mais privilegiados. Isso porque, existindo em maior número e voando a altitudes mais baixas, portanto sendo mais brilhantes, os satélites de comunicação são postos numa órbita sobre o Equador. Nesses casos a órbita descrita é quase sempre arredondada, observando-se que o aparelho é de relativa baixa altitude. Fácil, pois de situados em um ponto fixo de período de observação constante, podermos sempre arredondada, observando-se que o aparelho é de relativa baixa altitude. Fácil, pois de situados em um ponto fixo de período de observação constante, podermos sempre á mesma hora da noite registrar a passagem de um satélite, num mesmo sítio.

    Quase nunca veremos satélites antes do por do sol, já que nossa estrela faz incidir seus raios à nossa vista, causando o azulado e a clareza do céu diurno, cortando as condições de observação do espaço, tornando a atmosfera opaca.

    Lembramos, no entanto que as noites são mais curtas no Hemisfério Sul (o nosso), no início do verão (21 de dezembro) (8). A partir de 20 de Março, os dias e as noites têm igual duração e todas as regiões da Terra (9), no início do outono. As noites são mais longas que os dias a partir de 21 de junho. Assim é no Brasil, estando nós no chamado solstício. Os raios solares não atingem o Pólo Sul e é sempre dia no Pólo Norte. Daí a razão da longevidade das noites em países como o Brasil, situados na banda sul do globo. A duração do dia e da noite torna a ser idêntica em 22 de setembro quando o sol volta a atingir o Equador. É o equinócio e o início da primavera no Hemisfério Sul. Quanto à duração do dia e da noite (10), as considerações acima foram descritas apenas para escolha de épocas mais propícias à vigília.

    Ora, dia por dia, devemos observar cálculos astronômicos, que aqui não são cabíveis. O fato é que poderemos ver mais satélites nos Dias de noite mais longas. Em resumo e empiricamente: No verão, o “dia” tem mais de 12 horas e a “noite” menos de 12 horas. No inverno, o dia tem menos de 12 horas e a noite dura mais que 12 horas.

    Voltando ao problema das órbitas, outros satélites não as descrevem circulares, mas alongadas, elipsoidais, dependendo da velocidade de impulso. À medida que essa velocidade difere quando do lançamento, a órbita pode ser mais ou menos alongada. Nessa situação (até um limite de velocidade para que não ocorra o escape (11) em períodos constantes do mês o satélite será mais visível em uma região fixa, menos visível em outras (á medida que a elipse abre) e invisível nas demais. Podemos imaginar o fenômeno considerando a Figura, quando em “A” temos o “Perigeu” (ponto mais baixo, próximo da Terra) e em “B” o “Apogeu” (ponto mais alto ou distante da Terra). Visualmente notamos por vezes nítida diferença de velocidade aparente (ou angular) dos satélites. Comparando-se a força gravitacional do planeta com a força centrífuga obtida pela velocidade, quanto mais distante ele voar menor será a velocidade exigida para que se mantenha em órbita. A velocidade a ser imprimida depende portanto da altura do vôo e não da massa do artefato. Conclusão: os satélites que observamos mais rápidos estão mais baixos que os mais “vagarosos”. Ocorre que o tamanho e o brilho influem no nosso registro visual, daí em certas ocasiões julgarmos que um ponto de luz quase imperceptível e rápido está mais alto do que o outro mais brilhante e grande, quando na verdade dá-se o inverso.

    Alguns exemplos de órbitas circulares:
    Altitude (+ ou -) Velocidade aproximada
    220 km 7,8 km/seg.
    1000 km 7,4 km/seg.
    10.000 km 4,9 km/seg.

    Outro engano que sempre ocorre nos meios ufológicos é o de que nenhum satélite pode voar em sentido contrário ao de rotação da Terra. Mas isso é possível. Nem todos os satélites seguem o sentido de trajetória Leste para Oeste. Para entendermos o porque, devemos aproveitar e ver outros tipos de órbita: o plano orbital desses artefatos formam ângulos com o plano do Equador. Tais ângulos determinam a “inclinação da órbita”. Coincidindo ambos os planos (portanto de ângulo de inclinação zero), o satélite está traçando uma trajetória “equatorial”. Se o ângulo de inclinação é de 90 graus, está voando em trajetória “polar”, sobrevoando ambos os pólos terrestres. Então como se entende pela Figura 2, se certos satélites são disparados com trajetória de ângulo de inclinação superior a 90 graus, movem-se em sentido contrário à rotação da Terra. Vamos vê-los aparecendo a oeste e desaparecendo a leste. Isso se chama, em Astronáutica, “trajetória retrógrada”.

    Mais duas órbitas “exóticas” interessam ao Ufólogo, pois o leigo não sabe o que ocorre. Se pudéssemos notar visualmente um satélite situado a 35.800 km. de altitude, o seu período orbital (12) seria de 23 horas e 56 minutos, ou seja, a duração média de um dia, que é o período de rotação da Terra. Assim o satélite giraria na mesma velocidade em que a Terra gira sobre seu eixo, apenas mantendo-se em grau de latitude (13). O observador, em solo, vê-lo-ia descrevendo em “oito”, no céu, tanto mais alongado quanto maior fosse seu plano de inclinação ao plano do Equador), o “oito” ficará reduzido a um ponto. Virtualmente o satélite será fixo, latitude e longitudinalmente. Sempre estará “parado” no mesmo ponto. É o conhecido satélite estacionário. E não é planeta, nem estrela ou sequer um UFO.

    Movimento nos Céus
    Á nossa vista, tudo lá em cima se move. O movimento aparente se dá devido à rotação da Terra e do trajeto que nosso planeta desenvolve no espaço, acompanhando o Sol ao redor dele. Além dos meteoros e bólidos, acabamos por nos acostumar à observação de tal modo que notamos nitidamente a rota que um certo astro descreve, desde que surge, mormente se tomamos outros, como pontos de referência.

    Já que falamos em rotas de satélites, devemos discutir rapidamente a base disso. A Rotação da Terra. O movimento das estrelas, á noite, dito aparente, é notado de leste para oeste, dessa forma “retrógrado”, ao de rotação do mundo. A rotação acontece de oeste para leste, sobre o próprio eixo. Devido à rotação, o pólo celeste sempre se desloca relativamente às estrelas, ao contrário da invariabilidade das direções dos pontos cardeais no horizonte. Daí a posição dos astros nos céus, varia, mormente porque devemos levar em conta que o eixo da Terra se movimenta, o que podemos visualizar se imaginarmos que ele desenha, por sem movimento, um cone ondulado. Esse eixo também se move relativamente ao próprio globo terrestre – daí as mudanças, no espaço, das posições dos pólos.

    Finalmente, a velocidade com a Terra gira varia irregularmente. Assim temos condições, para efeito de registro, de notar passagens de satélites de acordo com pontos cardeais e direção. Uma boa sugestão é o procedimento que de há muito adotamos. Ao avistar um satélite, o pesquisador deve anotar o horário e a trajetória. Facilita muito a comparação, se pudermos posicionar o artefato, relativamente aos astros. Desde o momento que surge, a direção em que segue (principalmente se passar por uma constelação que o leigo conhecer), e o momento e posição em que desapareceu. Podemos nos munir de cartas estelares fartamente encontráveis em quaisquer livrarias. Elas dão a posição dos astros dia a dia, por todo um ano. Demonstram-nos o movimento aparente deles, aqueles que são visíveis ou não, conforme períodos. Por vezes são acompanhadas de efemérides que nos interessam, como previsões de chuvas de meteoros. Através delas conseguiremos traçar a rota de satélites, com base na posição dos astros e na direção das constelações.

    Evidente que não possuímos sempre às mãos meios para anotar invariavelmente qual satélite foi avistado e de prever a trajetória de todos eles. Para os mais exigentes existem tabelas de posições dos satélites em seus giros orbitais, mormente para os pilotos que utilizam o sistema de navegação por satélites. Se o Ufólogo tiver condições e conhecimento para tal, tais tabelas são elaboráveis com antecedência, por previsão matemática. Como se vê, neste aspecto a coisa muito se complica. Afinal, as velocidades de satélites são significativas para que eles se desloquem consideravelmente em um milésimo de segundo. Se escolhermos por determinar a posição do satélite de maneira mais segura tecnicamente, vamos depender de alguns fatores a posição é dada pelas estações de rastreamento, dependendo de técnicas de cálculo, dos níveis dos imprevisíveis efeitos que influem no comportamento do artefato, como desvio ocasionado pela fricção do ar (em caso dos que voam a baixa altitude), etc. Mas, dependendo das possibilidades de cada um… tudo se move no espaço.

    Satélites, a Todo Instante?
    Em condições boas de observação, ou seja, céu sem nuvens e sem lua, sempre temos chance de testemunhar as trajetórias dos satélites, mas há uma espécie de limite de horário. E, esse sim, talvez seja o trunfo que nos sobre para, pelo menos com boa margem de probabilidade, sabemos se estamos ou não avistando um UFO.

    Outro conceito astronômico vem de nos oferecer a base de procedimento para a distinção que desejamos. Ocorre um efeito provocado pela Terra e pelo Sol: Quando um grande objeto é iluminado por outro grande objeto, formam-se posteriormente ao corpo iluminado duas áreas, no espaço – O chamado Cone de Sombra, extensão que não recebe nenhuma luz da fonte. É óbvio, a fonte de luz é o Sol (estrela de luz própria) e o corpo escuro iluminado é a Terra. E o conhecido Cone de Penumbra, que recebe pouca luz, apenas de alguns pontos da fonte luminosa. Consequentemente, na superfície da Terra que pertence à parte não iluminada temos Região de Sombra própria e na superfície cujos raios são fracos, pouco iluminada, temos a Região de Penumbra própria. Vide a ilustração na Figura 4. São essas duas regiões que os satélites penetram ao voar em torno da Terra. Ao penetrar no cone de penumbra, o artefato recebe pouca luz para refletir e o efeito, no espaço, é como se fosse diminuindo a luminosidade, até se “apagar” em plena rota, quando passa para o sítio espacial totalmente desprovido de luz, o cone de sombra, a sombra total da Terra.

    À noite, vemos satélites mais ou menos brilhantes, dependendo do tamanho e altitude. Não seria necessário frisar que se são visíveis é porque refletem luz solar, mesmo à noite. Devido à órbita, estarão refletindo os raios do Sol nas primeiras horas da noite, pois que o observador estará na REGIÃO DE PENUMBRA (superfície de imperceptível penetração da luz solar). À medida que o artefato se dirige para o cone de sombra, desaparece.
    Já vimos que as direções de órbitas são variadas. Assim é que se a linha da rota não passar pelo cone de sombra, veremos o aparelho varar de um horizonte a outro. Se a linha de rota coincidir com a “eclíptica” (14), não notaremos o satélite. Em resumo, a observação do satélite só é possível em virtude do cone de penumbra, para nós que estivermos em certos horários situados na região de penumbra.
    O maior brilho deve-se também à luz difundida na atmosfera da Terra, que incide sobre eles. Claro que esses fatores não limitariam nossa observação para objetos de enormes proporções, de grande poder de reflexão, que se situassem em órbitas extremamente elevadas. Nesta hipótese consideraríamos os mesmos fenômenos que nos permitem avistar a Lua independentemente da hora da noite. Porém os objetos que nos sobrevoam não são tão grandes.
    Melhor entendendo, avistamos satélites de proporção considerável situados em órbitas de até mais ou menos 1.000 km de altitude: satélites pequenos, voando a mais ou menos 200 km.
    Devemos sempre considerar NOSSA entrada na REGIÃO DE PENUMBRA e na REGIÃO DE SOMBRA (repetindo, regiões de superfície onde nos encontramos), quando cai a noite. Em horários de noite mais adentro, estaremos na região de sombra, e o CONE DE SOMBRA no espaço impedirá a reflexão da luz solar pelo satélite e não o veremos. Isso em virtude das baixas órbitas, que nos limitam de vê-los. Óbvio – à medida que a região de penumbra se afasta de nós quando nossa posição adentra a de sombra, o ângulo do cone de penumbra se vai abrindo e a região do espaço que ele cobre é tanto mais fechada quanto mais próxima da superfície.
    Os objetos próximos (satélites) estão mais sujeitos a serem apanhados pela penumbra e pela sombra ao passo que os mais distantes ou não penetram em nenhum dos cones, refletindo luz durante boa parte da noite, ou mesmo que penetrem serão avistados até horários mais tardios (Lua, por exemplo). Há dessa forma um limite de horário a partir do qual não veremos comumente satélites.
    A alternância do dia e da noite, portanto a duração de cada um (mais da noite, que nos interessa) é, em Astronomia, medida de TEMPO SOLAR. O dia verdadeiro é registrado a partir de meia-noite, zero-hora. Tomemos para exemplo o período de verão, quando as noites são mais curtas: Já notamos que na primavera e no verão o dia tem mais de 12 horas e a noite menos de 12 horas. No inverno e no outono dá-se o contrário. Durante os dias de verão, o Sol nasce muito cedo e se põe tarde. Geralmente nasce por volta de 5h 30min (hora do fuso). Põe-se mais ou menos às 18h 30min. Lembrando-nos das considerações acerca das órbitas e tamanhos dos satélites observáveis, a partir do instante que nossa posição se transformar em região de penumbra, as estrelas aparecerão e o tempo ficará escuro; já poderemos esperar os satélites. Durará cerca de duas horas e meia até que nos situemos em região de sombra. Daí por diante não mais veremos os satélites observáveis. Nos dias de primavera e verão, nossas possibilidades estender-se-ão, pois até perto das 21 horas. No inverno, durando a noite mais de 12 horas, o Sol nasce cerca de 6h30m e se põe por volta de 17h 30min. Com o mesmo raciocínio anterior, poderemos ver satélites até próximo das 20:00 hs.

    INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES

    Para aqueles que costumam permanecer de vigília até que o Sol volte a raiar, é bom lembrar que o DIA começa à meia-noite, zero-hora. Tudo volta a pesar com a mesma média de tempo antes do Sol nascer, quando voltaremos a vislumbrar satélites até que da claridade volte a ofuscar o espaço. O fato é que os satélites são eclipsados, e dependendo da altitude, capacidade de reflexão, órbita e tamanho, sofrem os mesmos efeitos visuais dos astros.
    Referimo-nos, por exemplo, à Lua. Os eclipses lunares nos dão maior clareza de entendimento, pois a Lua está sujeita à incidência dos cones. Caso a órbita da Lua corresse no mesmo plano da Terra haveria eclipses amiúde. Ocorre que a Lua e a Terra têm suas órbitas em planos inclinados, daí mesmo em conjunção (mesmo plano em linha reta entre a Terra e o Sol) ele passa pouco abaixo ou pouco acima do Sol. Identicamente, quando a Lua está em posição, não entra no cone de sombra, mas passa abaixo ou acima dele, sendo sempre visível sem escurecer.
    Aos que não entenderam o porquê de não vermos satélites, quando eles mergulham no cone de sombra, devemos informar que, quando eles mergulham no cone de sombra, devemos informar que, durante os eclipses, a Lua pode levar até duas horas para sair do mesmo cone, cujo diâmetro lhe é bem superior.
    Outra dúvida restaria ao tratarmos dos tipos de órbitas desenvolvidas por satélites. Não nos referimos às órbitas sincrônicas com o Sol. Tais trajetórias, estabelecidas com o máximo de precisão exigida, evitam que o artefato entre no cone de sombra. Ele sempre estará iluminado pelo Sol, mas a nossa posição geográfica, quando se tornar região de sombra, já estará longe do aparelho e não o veremos em virtude da distância, ou seja, o seu brilho não chegará até nós.

    Os satélites mais visíveis, em virtude do seu poder de reflexão, são os construídos com uma espécie de plástico metalizado, semelhante ao dos balões de estratosfera. São infláveis e têm quase a mesma função de balões científicos de estudo atmosférico a altitudes elevadas. Alguns bem famosos assustaram muita gente à noite, como os da série “Echo”, de dimensões incríveis, com cerca de 40 metros de diâmetro. Ao lado da série “Telstar” se constituíram bons pontos de observação visual, apesar de relativamente pequenos.

    BIBLIOGRAFIA

    BOCZKO, R., “Conceitos de Astronomia”, ed. Edgard Blucher Ltda, SP – 1984.

    FARIA, Romildo P., “Fundamentos de Astronomia”, ed. Papyrus, 2ª., Campinas, SP – 1982.

    DIVERSOS Autores, “A Conquista do Espaço Cósmico”, Simon Ramo e., Ao Livro Técnico S/A, RJ – 1964.

    HERMANN, Joachim, “Astronomia”, Ed. Moderna, SP – SD.

    MOURÃO, Ronaldo Rogério de Freitas, “Da Terra às Galáxias”, Ed. Melhoramentos, Brasília, 1977.

    MOURÃO, Ronaldo Rogério de Freitas, “Anuário de Astronomia”, Ed. Francisco Alves, RJ – 1985.

    SOLER, Rafael Clemente, “Os Satélites Artificiais”, Salvat Ed. do Brasil S/A – 1979.

    TROEBST, Coud-Christian, “A um passo da Lua”, Ed. Boa Leitura S/A, SP – SD.

    ENCICLOPÉDIA “Ciência Bril”, nº 107, julho/82, Ed. Abril Ltda, SP

    REVISTA “Ciência Ilustrada”d, nº 09, julho/83, Ed. Abril.

    REVISTA “Popular Science”, nº 05, janeiro/83, Novo Grupo Ed. Técnica Ltda – SP.

    QUESTIONÁRIO DE AVISTAMENTO

    A Socex é uma entidade independente de pesquisas, que procura ajudar na solução do enigma da vida fora da Terra, avistamentos de objetos voadores não identificados e eventuais contatos com tripulantes. Este questionário foi preparado para que a testemunha possa nos fornecer, com clareza e fidelidade, todas as informações relativas à ocorrência. Antes de preenche-lo, sugerimos que seja lido com atenção. As informações aqui dadas, serão utilizadas como objeto de pesquisas e respeitando a privacidade do autor caso seja este seu desejo.

    1 – TEMPO

    Quando viu o objeto? Pela manhã?…………….À tarde……………….À noite?……………………

    Ano……………Mês…………….Dia…………….Hora……………..Minutos………………………………..

    Durante quanto tempo observou o objeto? Horas……….Minutos………Segundos…………..

    2 – LOCAL

    Onde estava quando viu o objeto? Rua…………………………………………………………………..

    Cidade…………………………..Estado……………………………..País…………………………………….

    Obs: Se estava no campo, cite referências para localização.

    Região: Plana?………………Montanhosa?………………….Litorânea?……………………………….

    Altitude aproximada………………………..metros

    3 – AMBIENTE

    Se foi de dia: De que lado estava o Sol em relação à sua pessoa?……………………………..

    Se foi à noite: Lua visível…………Estrelas visíveis……………Muitas…………Poucas…………..

    Nuvens: Céu limpo………… Parcialmente encoberto?…………..Totalmente encoberto?…….

    Tempo: Frio…….Morno………..Quente………..Chuva………Nevoeiro……..Bruma Seca………..

    Vento: Forte……….Moderado……… Fraco………Nenhum……….Direção do vento……………..

    4 – DESCRIÇÃO DO OBJETO

    O objeto parecia: Sólido…………Fluídico………..Opaco………..Translúcido………………………..

    Se brilhava, parecia ter: Luz própria…………Luz refletida………..O brilho era incômodo à visão…………
    Variava de intensidade………….Sua intensidade era uniforme em toda superfície do objeto……………………………………………………………………………………………………………..

    Cor do objeto: …………………….Variava?……………Como?……………………………………………..

    Forma do objeto: ……………………………Variava?……………Como?…………………………………

    Os contornos do objeto eram: Nítidos?……………Indistintos?……………………………………….

    Tamanho aparente: (comparado com a lua cheia ou com outro objeto colocado à distância de um braço dos seus olhos)…………………………………………………..
    Tamanho real: (se possível)…………..metros

    Distância do objeto: (se possível)…………….metros

    Descreva o ruído do objeto: …………………………………………………………………………………..

    Se ele tinha cauda: Era de luz?…………De vapor?…………..De fumaça?……………De que cor era a cauda?…………………

    Descreva outros detalhes avistados no objeto: ………………………………………………………….
    …………………………………………………………………………………………………………………………….

    No caso de mais de um objeto: Quantos eram?……………..Voavam em formação?…………….
    Descreva as diferenças entre eles……………………………………………………………………………..

    5 – POSIÇÕES E MOVIMENTOS DO OBJETO

    Viu o objeto: Parado?…………Em movimento?…………..Em ambas as situações?………………

    Para que direção você olhava: Quando viu o objeto pela primeira vez…………………………..
    Pela última vez……………………..

    De que direção vinha o objeto? …………………………………………………………………………….

    Que direção seguia quando desapareceu? ……………………………………………………………..

    A trajetória do objeto era: Retilínea?……….Curvilínea?…………Quebrada em ângulos?……….

    Sua altitude aparente era: Grande?……….Média?………..Pequena?……….. Altitude real (se possível)…………………….metros

    Tipo de vôo: Horizontal…………Ascendente………….Descendente…………..Variou?…………….

    Velocidade aparente: (comparada a um avião, meteoro, ou qualquer outra coisa conhecida)………………………………………….Velocidade real (se possível)…………………..km/h

    O objeto passou: Dentro de uma camada de nuvens?………….Acima?……….Abaixo?…………

    Calcule sua altura acima da linha do horizonte: Quando apareceu……….graus
    Quando desapareceu………….graus

    De que forma ele desapareceu de sua vista: Diminuindo, à distância…………Apagando-se………….Explodindo…………….Sua visão foi interceptada por algum objeto qualquer………..

    6 – CONDIÇÕES DA OBSERVAÇÃO

    Quando viu o objeto, você estava: Na rua……….Em campo aberto………….No interior de um prédio……………Dentro de um veículo……………Que espécie de veículo……………………………

    Se estava dentro de um veículo: Qual era sua velocidade………..km/h
    Rumo que seguia…………………………………………………………………………………………………..

    Se o veículo era um avião: Tipo e prefixo……………………………..Altitude…………….metros
    O objeto estava acima ou abaixo do plano do avião?………….Quantos metros?…………………..
    Houve comunicação para a torre de controle?……………Qual aeroporto?…………Quanto tempo após a observação?……………….

    Observou o objeto através de: Óculos…………Vidraça ou parabrisa…………….Aparelho ótico………………(características: ex: binóculo, telescópio, etc)……………………………………….

    Havia outras pessoas em sua companhia no momento da observação? ……………………..
    Elas também presenciaram o fenômeno?………………Coloque abaixo seus nomes e endereços:
    ………………………………………………………………………………………………………………………………….
    ………………………………………………………………………………………………………………………………….
    ………………………………………………………………………………………………………………………………….

    7 – INFORMAÇÕES PESSOAIS

    Nome completo: (bem legível)……………………………………………………..Sexo………………………….
    Endereço completo: (rua, número, bairro,CEP)…………………………………………………………………
    …………………………………………………………………………………………………………………………………
    Telefone…………………….Cidade………………………………Estado…………………….País……………….
    Idade…………..Formação escolar………………………Alguma especialização?………..Qual?…………
    Sua profissão atual…………………………….

    Data em que completou este relatório: Dia……….Mês……………Ano……………………………..

    Assinatura………………………………………………….

    Pesquisador de Campo………………………………………………………………………………………….

    No espaço abaixo, desenhe uma figura para mostrar os movimentos que o objeto fazia. Coloque “A” no início da trajetória e “B” no fim, indicando quaisquer mudanças de direção efetuadas durante o vôo.

    Faça abaixo um desenho que mostre a forma do objeto, tal qual lhe pareceu. Marque e inclua no seu esboço todos os detalhes que você distinguiu no objeto (asas, tubos de escapamento de gases, motores, esteira de luz ou vapor, manchas, etc.). Coloque uma seta ao lado do desenho para indicar a direção em que o objeto se movia.

    Como é impossível prever e incluir neste questionário alguns detalhes particulares a cada caso, gostaríamos que você nos relatasse, com suas próprias palavras, tudo aquilo que possa auxiliar a ter uma idéia mais completa e perfeita do que você viu, pensou e sentiu no momento da observação do fenômeno. Se o espaço abaixo for insuficiente, favor continuar em outra folha que será anexada a este questionário.

    QUESTIONÁRIO PARA PESQUISA DE EVENTUAL ABDUÇÃO

    Você já teve experiências pessoais estranhas?

    Por favor, preencha o questionário e entre em contato conosco assim que possível. Todas as respostas serão confidenciais e sua identidade não será revelada.
    (Lembre-se que passamos o mesmo que você e respeitamos quem passou por essas experiências.)
    Seja tão completo quanto possível.

    E-mail:
    Data:
    Nome:
    Idade:
    Sexo:
    Ocupação:
    Endereço:
    Cidade:
    Estado:
    CEP:
    Pais:
    Telefone:
    Nome de seu companheiro ou esposa/o:
    Ocupação de seu companheiro/a ou esposo/a:
    Nomes dos filhos e idade:

    Se as respostas às perguntas que seguem forem “Sim”, por favor elabore no espaço providenciado.
    Descreva seus sentimentos e emoções na medida do possível em suas respostas.

    Você já viu um OVNI? Se for afirmativo, dê uma pequena descrição dos acontecimentos durante o avistamento(s).
    Sim Não

    Quando criança ou adulto, alguma vez experimentou momentos estranhos num tempo indeterminado quando sentia-se perdido fisicamente mas não se lembra ter se perdido?
    Sim Não Se afirmativo, descreva.

    Você tem marcas ou arranhões no seu corpo que nem você ou seus pais conseguem lembrar como apareceram?
    Sim Não Se afirmativo, descreva.

    Enquanto acordado já viu uma figura assustadora (“monstro”, uma “bruxa”, o “demônio” ou algo parecido).
    Sim Não Se afirmativo, descreva.

    Você já experimentou uma sensação estranha na qual encontrou-se inexplicavelmente num local diferente de onde lembrava estar alguns segundos antes ou um tipo de hipnose enquanto dirigia?
    Sim Não Se afirmativo, descreva.

    Já sonhou estar num hospital?
    Sim Não Se afirmativo, descreva.

    Já sonhou estar deitado numa mesa?
    Sim Não Se afirmativo, descreva.

    Já teve algum sonho que o perturbasse com bebes ou pequenas crianças?
    Sim Não Se afirmativo, descreva.

    Já acordou paralisado com a sensação de alguém, alguma presença ou algo em seu quarto?
    Sim Não Se afirmativo, descreva.

    Já viu luzes ou bolas de luz em seu quarto na qual não tem nenhuma explicação?
    Sim Não Se afirmativo, descreva.

    Se for mulher, já teve algum problema estranho com gravidez?
    Sim Não Se afirmativo, descreva.

    Se for mulher, já sentiu que estava grávida mas, de repente desapareceu?
    Sim Não Se afirmativo, descreva.

    Já sentiu que estava realmente e inexplicavelmente voando e não era uma experiência de saída do corpo nem um sonho?
    Sim Não Se afirmativo, descreva.

    Você tem medos inexplicáveis em relação a certos lugares, como estradas longas, campos abertos, quartos em sua casa e outros?
    Sim Não Se afirmativo, descreva.

    Você já saiu de seu corpo ou teve uma saída inexplicável?
    Sim Não Se afirmativo, descreva.

    Algum parente ou amigo falecido, já apareceu em sua casa à noite?
    Sim Não Se afirmativo, descreva.

    Já viu ou sentiu a presença de um fantasma?
    Sim Não Se afirmativo, descreva.

    Já teve uma visão ou visita religiosa?
    Sim Não Se afirmativo, descreva.

    (Nos perdoe, mas é necessário que nos responda as perguntas a seguir. Essas perguntas apenas mostram como consegue enfrentar eventos estranhos e não se foram inventados).

    Já foi hospitalizado por motivos de desordem psiquiátricos ou psicológicos?
    Sim Não

    Você está se medicando por razões emocionais ou psicológicas?
    Sim Não

    Já acordou com roupas que não eram suas e não sabe como as vestiu, ou acordou com as roupas pelo avesso ou sem elas quando havia colocado roupas adequadas e corretamente para dormir ?
    Sim Não Se afirmativo, descreva.

    Já sentiu alguma energia muito forte envolvendo-o?
    Sim Não Se afirmativo, descreva.

    Já sonhou com OVNIs?
    Sim Não Se afirmativo, descreva.

    Por favor use esse espaço para descrever acontecimentos estranhos que esse questionário não cobriu.

    Suas respostas serão devidamente respeitadas e guardadas em nossos arquivos .
    Por favor, complete as frases abaixo, expressando com sentimentos. Caso não tenha vivido alguma das experiências, desconsidere escrevendo um “não” ao lado.

    Tenho canalizado informações de alguma fonte……
    Tenho tido um aumento em sonhos que recordo…..
    Sinto que recebo informações de outro lugar…..
    Sinto que meu poderes psíquicos aumentaram…..
    Tenho mais interesse em filmes, revistas e livros sobre OVNIs…..
    Experimento uma estranha energia fluir pelo corpo…..
    Às vezes tenho insights de minhas experiências….
    Minha intuição tem aumentado….
    Às vezes sinto quando algo vai acontecer…..
    Sinto uma proteção estranha….
    Meu interesse por assuntos espirituais…..
    Meu desejo atingir uma consciência maior…..
    Minha crença numa força maior….
    Meu interesse em procurar respostas para os mistérios da vida…..
    Meu interesse nas possibilidades de vida extraterrestre…..
    Sinto que tenho uma tarefa a ser cumprida…..
    Sinto que grandes mudanças irão ocorrer no planeta…..
    Sinto que fui escolhido….
    Vivo entre várias realidades…..
    Me sinto confuso diante de pensamentos estranhos….
    Minha apreciação pela natureza aumentou…..
    Por favor, escreva qualquer informação, percepção ou vivência incomum que queria adicionar.

    FRAUDES E ERROS DE INTERPRETAÇÃO – FENÔMENOS FÍSICOS QUE CONFUNDEM
    Claudeir Covo – INFA – www.infa.com.br – claudeir.covo@uol.com.br

    ASTRONÔMICOS:

    ASTROS

    Sol, Lua, Vênus, planetas, estrelas, cometas e outros astros, quando próximos à linha do horizonte, devido ao efeito de lente e a poluição da atmosfera, parecem ter dimensões maiores do que o normal e quase sempre apresentam a cor avermelhada (refração do espectro). Dependendo do ângulo visual, podem mostrar formas que lembram um disco voador. A análise dos referenciais (outras estrelas, por exemplo, com o auxílio de mapas estelares), pode ajudar na identificação do evento. Interessante que os planetas Vênus e Júpiter também podem ser visíveis durante o dia. O planeta Vênus também é conhecido como “Estrela D’alva”, Estrela Matutina ou Estrela Vespertina. Na Ufologia é conhecido como a “Rainha dos OVNIs”.

    SATÉLITES ARTIFICIAIS E LABORATÓRIOS ESPACIAIS

    Desde 1957, os satélites artificiais podem ser vistos aproximadamente duas horas após do por do Sol e duas horas antes do amanhecer. Normalmente são vistos na cor branca, pois refletem a luz solar. O mesmo acontece com os laboratórios espaciais.
    Seguem uma trajetória definida, aparentemente em linha reta (na realidade estão circulando a Terra) e desaparecem em pleno céu, pois entram no cone de sombra. Jamais mudam de trajetória.

    METEOROS

    Meteoros são fragmentos de matéria do espaço interplanetário, que ao penetrar em nossa atmosfera se aquece, tornando-se luminoso. Normalmente atravessam a atmosfera e se perdem no espaço. A grande maioria tem dimensões não superiores a um grão de feijão. Com tamanhos maiores são chamados de bólides ou bólidos e causam ruído ao penetrar na atmosfera. O efeito luminoso na atmosfera tem curta duração, variando de frações de segundo até poucos segundos. Devido à altíssima velocidade, o meteoro perde a sua energia cinética para o ar, o qual se ioniza, tornando-se luminoso. Podem ser metálicos ou rochosos.
    Basicamente, se dividem em três classes:

    METEORÓIDES

    São aqueles observados fora da nossa atmosfera.

    METEOROS

    São aqueles que atingem a nossa atmosfera.

    METEORITOS

    São aqueles que são encontrados no solo.

    COMETAS

    Os cometas são astros “errantes” que não raramente podem ser observados a olho nu ou por equipamento ótico (binóculo, luneta ou telescópio).

    ATMOSFÉRICOS

    Todo fenômeno ótico ou acústico que ocorre em nossa atmosfera é conhecido como meteoro.

    Eles se dividem em:

    HIDROMETEOROS

    São aqueles relacionados com a água (chuva, tempestade, tornados, ciclones, etc…);

    ELETROMETEOROS

    São aqueles relacionados com a eletricidade e conseqüente manifestação de ruídos (raios, relâmpagos, trovões, faíscas elétricas atmosféricas, etc…);

    FOTOMETEOROS

    São aqueles relacionados com a emissão de luz (raios, relâmpagos, trovões, faíscas elétricas atmosféricas, etc…);

    LITOMETEOROS

    São aqueles relacionados com a precipitação ou formação de gelo (granizo, geada, neve, etc…).

    NUVENS LENTICULARES

    É muito comum o vento atingir grandes velocidades em um local relativamente plano. Quando chega perto de uma montanha, o vento sobe e faz um redemoinho que dá às nuvens formas discoidais. A testemunha, se observar o fenômeno por vários minutos, verificará que a forma lenticular irá se dissolver.

    NUVENS NOCTILUCENTES

    As nuvens noctilucentes são aquelas que luzem à noite. Temos também as nuvens iridescentes que ocupam a altura acima de 12 km na atmosfera. Em certos foguetes de estudos atmosféricos, que são lançados a grandes altitudes, utilizam-se gases de Bário que podem escapar e permanecer concentrados na atmosfera. Em certas situações, dependendo da altitude, da temperatura, da pressão atmosférica e da umidade relativa, esses gases se ionizam causando um efeito luminoso característico.

    Existem outros tipos de materiais químicos que se comportam de forma semelhante em nossa atmosfera.

    AURORA BOREAL OU AUSTRAL

    Consiste num fenômeno luminoso que ocorre nas camadas mais altas da atmosfera, formando um colorido muito interessante, envolvendo todas as cores do espectro visível. Normalmente, ocorre nas regiões polares (sul e norte). São partículas carregadas de eletricidade, emitidas pelo Sol, que entram em contato com o campo magnético terrestre e com as moléculas dos gases atmosféricos.

    RELÂMPAGOS GLOBULARES

    Também conhecido como raio bola ou eletricidade em bola, trata-se de um fenômeno atmosférico raríssimo, normalmente ocorrendo em meio a tempestades, ou após um relâmpago comum. É uma bola luminosa de diâmetro pequeno, variando de 10 a 25 cm, de cor amarela, laranja ou vermelha, que as vezes emite um zumbido sibilante. Não é excessivamente quente mas pode queimar pessoas, também podendo danificar objetos. Às vezes, se dissipa no ar, simplesmente, e noutras some causando violenta explosão.

    Os cientistas têm realizado constantemente experiências para descobrir a origem desses fenômenos, contudo, conseguiram somente alguns resultados associando a eletricidade com a química. Chegaram a reproduzir em laboratório a explosão de um grande transformador com sobrecarga de alta tensão. O filme que documentou essa experiência, mostra uma bola luminosa do tamanho de uma bola de futebol, que sai do meio da explosão e é lançada quase que na direção da câmara.

    RELÂMPAGOS DE FOGO

    O relâmpago de fogo é outro fenômeno atmosférico raríssimo. São esferas brilhantes que flutuam perto do solo, tendo ao seu redor um halo azul. Existem registros desde a Idade Media. Essas esferas se formam de diversos tamanhos, sendo que o maior chega a ter o diâmetro de uma bola de futebol. O pesquisador neozelandês John Abrahamson, da Universidade de Canterbury afirma que trata-se apenas de areia incendiada. Ele explica que o solo é rico em silício, e que explode ao ser aquecido a mais de 3.000 graus Celsius pelo relâmpago. Esse pesquisador, junto com a sua equipe, conseguiram reproduzir o fenômeno em laboratório. As poucas testemunhas que viram um relâmpago de fogo descrevem como bolas flamejantes que formam um espetáculo arrepiante.

    RED SPRITES

    São fenômenos óticos envolvendo descargas elétricas ascendentes que ocorrem na alta atmosfera. com formato de cone invertido, que ocorrem nas altitudes de 85 km. São flashes luminosos massivos mas oticament

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