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    Nasa descobre planetas que orbitam uma nova estrela


    2010 - 08.27


    A passagem de dois planetas distintos foi observada próxima a uma estrela semelhante ao Sol, chamada Kepler-9. Os planetas receberam os nomes de Kleper-9b e 9c. A descoberta levou sete meses de observação e mais de 156 mil estrelas que fizeram parte da pesquisa contínua por planetas do mesmo planeta da Terra e situados fora do sistema solar. A descoberta será publicada na edição desta quinta-feira (26) na revista científica da Science.

    De acordo com observações dos cientistas, Kepler-9b é o maior dos dois planetas. Ambos têm massa similar, embora menor que a de Saturno. Kepler-9b está localizado próximo a estrela e tem uma órbita que dura cerca de 19 dias. Kepler-9c tem orbita de cerca de 38 dias.

    Além da confirmação dos dois planetas gigantes, os cientistas também identificaram o que parece ser um terceiro. Porém, mas observações serão necessárias para determinar se este sinal é na verdade um planeta ou de um fenômeno astronômico que imita a aparência de um trânsito planetário.

    Em junho, os cientistas da missão apresentaram resultados sobre a identificação de 700 candidatos a planeta nos primeiros 43 dias de dados da Kepler. Os dados incluíram cinco candidatos a sistemas que parecem apresentar mais de um planeta em trânsito. A equipe recentemente identificou um sexto que exibia vários trânsitos e acumulou dados suficientes que reforçassem a hipótese de que se trate de um sistema multiplanetar.

    A missão Kepler é um observatório espacial lançado pela NASA em março de 2009. Ela foi projetada para fazer o levantamento da Via Láctea e descobrir as centenas de planetas do tamanho da Terra, ou menores, que sejam habitáveis. Outro objetivo da missão é determinar que estrelas em nossa galáxia poderiam formar sistemas planetários.

    http://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia/nasa+descobre+planetas+que+orbitam+uma+nova+estrela/n1237761897905.html

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    Hubble confirma que planeta superquente tem cauda como cometa


    2010 - 07.15


    Ilustração da cauda de HD 209458b, composta pela atmosfera soprada pelo vento estelar. Divulgação

    Pesquisadores usando o Telescópio Espacial Hubble confirmaram a existência de um objeto que pode ser classificado como um “planeta cometário”. O gigante gasoso, chamado HD 209458b,orbita tão perto de sua estrela que a atmosfera aquecida está fugindo para o espaço.

    Observações feitas com o instrumento do Hubble chamado Espectrógrafo Origens Cósmicas (COS, na sigla em inglês) indicam que potentes ventos estelares varrem o material eliminado pela atmosfera para trás do planeta, moldando os gases eliminados numa cauda como a de um cometa.

    “Desde 2003 que cientistas teorizam que a massa perdida está sendo empurrada para trás numa cauda, e já há cálculos de como ela deve ser”, afirmou, em nota, o astrônomo Jeffrey Linsky, líder do estudo. “Acredito que temos a melhor evidência observacional para apoiar essa teoria. Medimos o gás que deixa o planeta em velocidades específicas”.

    O planeta, localizado a 153 anos-luz da Terra, tem uma massa pouco menor que a de Júpiter, mas a distância que o separa da estrela é apenas 1% da que existe entre Júpiter e o Sol. Este é um dos planetas extrassolares mais longamente estudados, porque foi um dos primeiros planetas descobertos a fazer trânsitos – isto é, cortar a linha de visão entre sua estrela e a Terra.

    Durante um trânsito, astrônomos têm a oportunidade de estudar a estrutura e a composição química da atmosfera planetária, a partir da luz estelar que se filtra por ela.

    O COS detectou elementos pesados, carbono e silício, na atmosfera superaquecida de mais de 1.000º C. Essa detecção revelou que a estrela está aquecendo a atmosfera por inteiro, arrastando para o alto os elementos mais pesados e permitindo que escapem para o espaço.

    O instrumento também mostrou que o material que deixa o planeta não parte todo na mesma velocidade. “Encontramos gás escapando a altas velocidades, com uma grande parte fluindo a mais de 30.000 km/h”, disse Linsky. “Esse grande fluxo de gás é provavelmente gás arrastado pelo vento estelar para formar uma cauda que segue o planeta”.

    Os resultados da análise aparecem na publicação especializada The Astrophysical Journal.

    Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,hubble-confirma-que-planeta-superquente-tem-cauda-como-cometa,581673,0.htm

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    Sondas espaciais revelam cavernas profundas sob a Lua


    2010 - 07.15

    Abertura de caverna na região lunar de Mare Ingenii. NASA/ Goddard/ ASU
    O satélite Lunar Reconnaissance Orbiter (LRO), da Nasa, está enviando para Terra imagens de cavernas lunares com centenas de metros de profundidade, e os cientistas estão ansiosos para explorá-las. “Elas podem ser entradas para um país das maravilhas geológico”, disse, em nota, o principal pesquisador ligado à câmera da LRO, Mark Robinson, da Universidade do Arizona.

    “Acreditamos que esses buracos gigantes são claraboias que se formaram quando o teto de tubos de lava subterrâneos desmoronou”.

    A sonda japonesa Kaguya já havia fotografado cavernas enormes em 2009. Agora, a potente câmera da LRO – que conseguiu, entre outros feitos, localizar os objetos deixados na La pelos astronautas do programa Apollo – produziu imagens de alta resolução das cavernas e arredores.

    Antes da chegada dos primeiros astronautas à Lua, pesquisadores já teorizavam sobre a existência de cavernas, uma rede de túneis que seria uma relíquia deixada por rios de lava derretida, sob a superfície. A teoria baseava-se em fotografias feitas do espaço que revelaram faixas estreitas percorrendo as planícies, ou mares, da Lua. Cientistas presumiram que essas faixas seriam os sinais, na superfície, da presença de túneis abaixo, escavados por lava há bilhões de anos.

    “É emocionante agora confirmarmos essa ideia”, disse Robinson. “As fotos da Kaguya e da LRO provam que essas cavernas são claraboias para os túneis, então sabemos que os túneis se mantêm intactos, ao menos em alguns trechos, há bilhões de anos”.

    Tubos de lava se formam quando, ao fluir de um vulcão, uma camada de lava mais próxima à superfície esfria e endurece, enquanto que a camada mais abaixo continua a fluir, num canal tubular. A lava enrijecida acima isola que está mais abaixo, ajudando-a a manter o calor e o estado líquido. Na Terra, tubos de lava podem variar de um mero cilindro a complexos labirintos com quilômetros de extensão.

    No futuro, os tubos descobertos na Lua, além de oferecer preciosas informações geológicas, poderão ajudar astronautas a se proteger de meteoritos e da radiação.

    Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,sondas-espaciais-revelam-cavernas-profundas-sob-a-lua,580657,0.htm

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    Nasa lança campanha “Envie Seu Rosto Para o Espaço”


    2010 - 06.09

    Para ter seu rosto vagando pelo espaço, acesse o site Face in Space , envie uma imagem e escolha a missão

    A Nasa lançou nesta semana a campanha “Send Your Face to Space” (Mande seu Rosto para o Espaço, em tradução livre) que convida pessoas do mundo todo a enviarem fotos que serão colocadas em órbita nas próximas duas viagens espaciais feitas pela agência.

    Para ter seu rosto vagando pelo espaço, basta acessar o site Face in Space (faceinspace.nasa.gov), enviar uma imagem com nome e escolher em qual missão deseja voar: a primeira opção é a nave Discovery, que será lançada em 16 de setembro. Em novembro é a vez dos que optarem por viajar com a Endeavour.

    Segundo instruções na página da promoção, só serão aceitos retratos de pessoas com mais de 13 anos. Após o retorno das espaçonaves, os usuários poderão acessar o site e imprimir um certificado de vôo assinado pelo comandante da missão.

    Aqueles que participarem da campanha poderão acompanhar o status da missão pelo site da Nasa, ver fotografias de outros passageiros e ainda seguir o comandante pelo twitter @ShuttleCDRKelly.

    Outras missões da Nasa já colocaram objetos pessoais em órbita, porém, esta é a primeira vez que a agência faz uma campanha direcionada ao público.

    Ta esperando o que, eu ja mandei a minha .

    http://tecnologia.terra.com.br/noticias/0,,OI4479650-EI12884,00-Nasa+lanca+campanha+Envie+Seu+Rosto+Para+o+Espaco.html

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    Chegada ao Brasil foi melhor que à Lua, diz astronauta Buzz Aldrin


    2009 - 11.17

    Segundo homem a pisar na Lua faz visita ao Brasil.
    Ele chegou ao Rio de Janeiro acompanhado do astronauta Marcos Pontes.

    Aldrin chegou à cidade de Campos de Goytacazes (RJ) para um evento de comemoração dos 40 anos da missão da Apolo 11. 0,,32973288-FMM,00
    A partir da direita: Marcos Pontes, Buzz e Louis Aldrin (Foto: Marília Juste/G1)

    O norte-americano foi recebido por uma banda e uma apresentação de dança de alunos das escolas públicas da cidade. Ao lado dele estava a esposa, Louis Aldrin, e o astronauta brasileiro Marcos Pontes.

    As crianças cantaram em inglês e Aldrin elogiou a pronúncia dos estudantes, que escolheram a música “That’s the way (I like it)” para recebê-lo. “Eles cantam muito bem, é muito musical. Eu também gosto de música, já até fiz um rap”, disse o astronauta, comentando o vídeo na internet em que aparece ao lado do rapper Snoop Dogg.

    Aldrin deve encontrar novamente os estudantes da cidade em evento em praça pública às 16h. À noite, ele participa de uma solenidade em comemoração aos 40 anos da missão, no Teatro Municipal.

    Na noite de segunda (16), Buzz Aldrin concedeu entrevista por telefone ao G1 e disse que o Brasil deveria investir na exploração tripulada do espaço e os Estados Unidos não deveriam voltar à Lua.

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    Nasa anuncia descoberta de grande quantidade de água na Lua


    2009 - 11.14

    10D26AE1E15A6FE58FDC97E2A7451FA Nasa (agência espacial americana) anunciou nesta sexta-feira que descobriu grande quantidade de água na Lua durante experimentos realizados no mês passado.

    Nas experiências, a Nasa lançou um foguete e logo depois com uma sonda em uma cratera perto do polo sul lunar.

    Os cientistas da Nasa disseram que os instrumentos detectaram a água em uma coluna de detritos criada após as colisões.

    “De fato, sim, nós encontramos água. E nós não encontramos um pouquinho, nós encontramos uma quantidade significativa”, disse Anthony Colaprete, o principal responsável pelo experimento no Centro Ames de Investigação, da Nasa, no Estado americano da Califórnia.

    Os impactos levantaram cerca de 90 litros de água, estimou Colaprete.

    A identificação de água na Lua é importante por motivos científicos, mas a presença do recurso também poderia ser importante em futuras expedições tripuladas ao satélite natural da Terra.

    Análises

    “Estamos revelando os mistérios do nosso vizinho mais próximo e, por extensão, do Sistema Solar”, disse Michael Wargo, cientista especializado em Lua da Nasa.

    Se a água encontrada tiver bilhões de anos, ela pode conter informações sobre a origem do Sistema Solar.

    No caso de serem encontradas grandes quantidades, a água também poderia ser usada em viagens espaciais.

    A Nasa agora vai analisar a água e outros materiais encontrados.

    BBC Brasil – Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.

    http://noticias.br.msn.com/mundo/artigo-bbc.aspx?cp-documentid=22600501

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    Nasa inicia cruzada contra profetas do apocalipse


    2009 - 11.10

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    O mundo não vai terminar no dia 21 de dezembro de 2012, garantiu nesta segunda-feira a Agência Espacial Americana, em uma curiosa campanha para dissipar os temores provocados pelos profetas do apocalipse na Internet e pelo filme “2012″, que será lançado em breve por Hollywood.

    O filme, dirigido por Roland Emmerich, com estreia prevista para o próximo final de semana, relata o fim da humanidade no solstício do inverno boreal de 2012, exatamente no dia 21 de dezembro, após uma série de catástrofes naturais.

    A data estaria ligada a um alinhamento dos planetas do sistema solar, algo de mau presságio, segundo a crença popular.

    Segundo vários profetas do apocalipse, o fim do mundo chegará quando um obscuro planeta, chamado de Nibiru e supostamente descoberto pelos sumérios, colidir com a Terra.

    Alguns sites acusam a Nasa de ocultar a verdade, mas a agência espacial qualifica estas histórias de “engodo da Internet”.

    “Não há qualquer evidência para estas afirmações”, destaca a Nasa em seu site.

    Se esta possibilidade de colisão fosse real, os astrônomos teriam detectado este objeto “ao menos durante a última década, e agora seria visível a olho nu. Obviamente, não existe”.

    “Nenhum cientista sério do mundo conhece alguma ameaça para 2012″, insiste a Nasa, recordando que a Terra existe há mais de 4 bilhões de anos.

    Um colisão com nosso planeta foi prevista inicialmente por alguns profetas para 2003, mas a data foi adiada para 21 de dezembro de 2012, que corresponde ao fim de um ciclo do calendário Maya.

    A agência destacou que as colisões catastróficas da Terra com corpos celestes são muito raras, e que a última ocorreu há 65 milhões de anos.

    http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2009/11/09/nasa+inicia+cruzada+contra+profetas+do+apocalipse+9056132.html

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    Energia escura causa disputa entre agências espaciais


    2009 - 11.06
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    A NGC 4258 é uma das galáxias usadas pelos astrônomos para estudar o quão rápido o universo está se expandindo graças à energia escura

    Uma sonda espacial que estudaria a energia escura está enfrentando dificuldades para sair do chão, devido às disputas entre três agências norte-americanas e europeias sobre os detalhes da possível missão internacional.

    A ascensão e queda do projeto Joint Dark Energy Mission (JDEM), um satélite que teria por objetivo determinar com exatidão de que consiste a força repulsiva que acelera a expansão do universo, se deve em certa medida à disputa surgida este ano entre duas agências do governo norte-americano, a Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço (Nasa) e o Departamento de Energia, e um terceiro potencial parceiro, a Agência Espacial Européia (ESA).

    Além disso, os cientistas que estão desenvolvendo os projetos do JDEM não formaram uma frente unificada, devido a desacordos quanto ao melhor método de observação a ser empregado, em um momento no qual um influente painel de astrofísica está trabalhando para definir a prioridade das melhores e mais organizadas missões da próxima década.

    “Temos aqui um exemplo de um satélite que explodiu antes até de ser construído”, disse Bob Nichol, astrofísico da Universidade de Portsmouth, Inglaterra, que está trabalhando no conceito de design europeu.

    Energia negra é a denominação dada a uma força que sobrepuja a da gravidade e força o Universo a se acelerar em ritmo permanente de expansão. O efeito foi anunciado em 1998, depois que os astrônomos se tornaram capazes de medir com precisão as distâncias que nos separam de supernovas em outras galáxias. Mas a causa continua a ser um enigma.

    “Esse talvez seja o maior mistério de nossa era”, disse Neil Gehrels, cientista do projeto JDEM no Centro Espacial de Voo Espacial Goddard, da Nasa, em Greenbelt, Maryland. “Ela determina o destino do universo”. A depender de que potência ela venha a atingir, a energia escura poderia dissipar o universo na escuridão, dilacerá-lo em um “big rip” ou até mesmo se reverter e formar uma aliança com a gravidade e criar um “big crunch”.

    A missão JDEM tinha por objetivo determinar em que consiste a energia escura, e inicialmente ela demonstrou ímpeto considerável. Em 2007, recebeu um empurrãozinho político de um estudo co Conselho Nacional de Pesquisa norte-americano que definiu uma sonda de estudo da energia escura como principal prioridade de estudo entre as questões cosmológicas profundas. Depois, para criar um consenso, a Nasa e o Departamento de Energia em setembro de 2008 estabeleceram três equipes de pesquisa que vêm competindo para dar forma a uma missão que possa acomodar a todas as necessidades.

    Passados dois meses, as agências assinaram um acordo que concederia à Nasa o comando da missão. O Departamento da Energia anunciou que cobriria cerca de um quarto dos custos.

    Mas os custos representam um problema. As três equipes, trabalhando em separado, desenvolveram estimativas de preço superiores a US$ 1 bilhão para a missão; o projeto combinado é igualmente dispendioso, ou talvez ainda mais. A divisão de astrofísica da Nasa sempre quis algo menor e mais barato.

    “Mas que volume de energia escura é possível comprar com US$ 600 milhões?”, questionou Jon Morse, diretor da divisão de astrofísica da Nasa, em reunião do conselho consultivo da agência no mês passado. “Ninguém parece querer responder a essa pergunta”. Por isso, a Nasa procurou a EDA, que vem estudando essa abordagem, em um projeto conhecido como “Euclid”, há anos. Em janeiro, parecia que a ESA e seus recursos orçamentários participariam da missão.

    (more…)

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    Nave Messenger transmite imagens da superfície de Mercúrio


    2009 - 11.06
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    Na imagem, a área amarela (parte superior) mostra forte atividade vulcânica explosiva. No centro, a bacia de 29 km de diâmetro tem um interior liso que pode ser o resultado de vulcanismo efusivo

    A agência espacial americana, Nasa, divulgou imagens da superfície de Mercúrio feitas pela nave espacial Messenger em sua mais recente passagem pelo planeta. Segundo a agência, esta região parece ter experimentado um elevado nível de atividade vulcânica.
    A imagem, de cores aprimoradas, foi criada com uma técnica que realça variações sutis de cores vista nos 11 filtros de câmera da nave. Segundo a agência, as imagens mostram, pela primeira vez, uma visão quase completa da superfície do planeta.
    De acordo com os cientistas, na imagem, a área amarela (parte superior) mostra forte atividade vulcânica explosiva. No centro, a bacia de 29 km de diâmetro tem um interior liso que pode ser o resultado de vulcanismo efusivo. Planícies suaves, que podem ser resultados de episódios anteriores de atividade vulcânica, cobrem grande parte da área.
    Segundo um comunicado da instituição, a nave passou menos de 142 milhas acima da superfície rochosa do planeta, que lhe permita entrar em órbita em 2011. A Messenger tem o objetivo de se tornar a primeira nave espacial a entrar na órbita do planeta. Se isso acontecer, ela deve ajudar os cientistas a compreender a composição da superfície de Mercúrio recolhendo informações sobre o meio ambiente e a geoquímica do planeta.

    http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI4083096-EI301,00-Nave+Messenger+transmite+imagens+da+superficie+de+Mercurio.html

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    NASA desenha primeiras ‘casas’ lunares


    2009 - 11.06

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    A NASA começou há alguns dias a estudar a possibilidade de utilizar as cavernas lunares como ‘locais de alojamento’ para os astronautas que visitarem a o satélite da Terra em futuras missões. No entanto a agência espacial já pensa em opções mais confortáveis.

    Os engenheiros da NASA desenharam já as primeiras ‘casas lunares’, uns iglus insufláveis que podem alojar até quatro pessoas de forma permanente, na primeira estadia do Homem na Lua.
    O projecto está a ser dirigido por Pablo de León, engenheiro argentino e director do Instituto de Equipamento, no Departamento de Estudos Espaciais da Universidade de Dakota do Norte.

    “Trata-se de um módulo insuflável com dez metros de largura por três de altura. Estes módulos têm ainda a capacidade para a agregarem-se a outros, permitindo a criação de uma base maior.”

    Para o desenvolvimento do projecto, a NASA decidiu a investir 750 mil dólares (aproximadamente 505 mil euros) e um montante igual para financiamento da universidade.

    “O primeiro passo será testar o equipamento na Terra e só depois se pensa na Lua. O objectivo é mesmo a criação de uma base lunar permanente”, clarificou o engenheiro.

    Com vista à protecção dos astronautas da radiação na Lua, os iglus serão revestidos com particulas de solo do satélite terrestre.

    http://www.correiodamanha.pt/noticia.aspx?contentid=6D4E3951-40D1-4981-A860-C03E76B7CD4D&channelid=00000021-0000-0000-0000-000000000021

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