
Cabelos de anjo em Évora — O fenômeno da queda de fibras de cor branca, geralmente conhecidas por “cabelos de anjo” e batizadas pelo investigador português Raúl Berenguel de “fibralvina”, costuma estar associado à passagem de OVNIs, podendo também ocorrer de forma independente. Um fenômeno desta natureza, em conjunto com observação de dois objetos não identificados, aconteceu em 02 de novembro de 1959 sobre a cidade de Évora, no Alentejo. Pouco depois do meio dia, vários moradores puderam assistir à precipitação de filamentos que, em contato com o solo, se desfaziam em pouco tempo. O doutor Guedes do Amaral, na época diretor da Escola Industrial e Comercial de Évora, juntamente com alunos daquela instituição e do professor doutor Caldeira Pais, não só assistiram ao fenômeno da queda de filamentos como puderam observar, através de uma luneta montada no campo de jogos da escola, a evolução de dois objetos de formato arredondado, à grande altitude. A tentativa de recolher alguns dos filamentos brancos foi difícil devido a sua volatilidade. Mesmo assim, o doutor Amaral conseguiu capturar alguns, e depois os analisou com um micros cópio. No meio das fibras, semelhante teia de aranha, conseguiu descobrir um organismo aracnídeo que não foi identificado. Em Portugal, o número de contatos imediatos de terceiro grau conhecidos, no qual há observação de seres junto a OVNIs, geralmente de aspecto humanóide, não é muito elevado. Não há relatos deste gênero nas décadas mais recentes, mas sim nas de 50 a 70, como a interessante observação de Oleiros, na região de Ponte da Barca. Ao final de uma tarde de verão de 1967, vários membros de uma família puderam assistir a um fenômeno pouco comum. O céu estava limpo e o pai trabalhava nos campos de cultivo, enquanto suas duas filhas pastoreavam o rebanho de ovelhas e cabras num monte próximo. Por volta das 19h00, ele observou um objeto semelhante a um balão se deslocando nas proximidades, à baixa altitude, sem fazer qualquer ruído. Dele saíram alternadamente luzes amarelas, verdes e vermelhas. Ao mesmo tempo, as duas jovens, sentadas num rochedo, estranharam a reação dos animais, amedrontados com algo que elas pensaram ser uma cobra, como já ocorrera no passado. As meninas ficaram assustadas ao observarem dois seres de cabeça grande e membros pequenos que se preparavam para saltar sobre um muro, por volta de 40 m de distância. Com cerca de um metro de estatura, vestiam roupas de cor prateada e brilhante que cobria totalmente o corpo. As testemunhas fugiram com medo. Mais tarde, não foi encontrado nenhum vestígio no local.
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