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  • Archive for November, 2009

    Entrevista com Celso na rede gubf


    2009 - 11.27

    Agora e pra valer, não percam a entrevista do Celso o primeiro ufólogo a pesquisa o caso hidrolôndia na rede gubf, no programa dialogo ufológico.

    Dia 29 de novembro domingo as 16 h.
    Com sorteio de uma bela camiseta do camisetadahora
    Para quem participar do programa através de perguntas via MSN perguntas no Orkut e email.
    Então deixe aqui a sua pergunta para o Celso.
    MSN: gubf@paineldohardware.com
    E-mail: gubf@paineldohardware.com
    Você pode escutar a radio nos sites
    www.gubf.net e www.paineldohardware.com
    Espero você  la .

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    A lei norte-americana que proíbe contato com ETs


    2009 - 11.24

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    No dia 16 de julho de 1969, o governo dos Estados Unidos aprovou uma lei chamada “Lei da Exposição Extraterrestre”, vigente até hoje, a qual proíbe qualquer cidadão de manter contatos com seres extraterrestres e seus veículos espaciais. (Titulo 14, Sessão 1211 do Código Federal de Regulamentos). Qualquer indivíduo culpado de tal infração, ou seja, ter contatos com extraterrestres ou aproximação com UFOs, poderá pegar até um ano de prisão e ainda pagar uma multa de 5.000 dólares (US$5.000,00). Toda pessoa que tenha sido exposta a tal situação, poderá ser colocada em quarentena, sob vigilância armada, pela administração da Agência Espacial Norte-Americana (NASA) e sem direito a nenhuma audiência jurídica – assim como se faz atualmente com suspeitos de terrorismo.

    Foi criada, originalmente, supostamente para proteger a Terra de uma possível contaminação biológica resultante do Programa Espacial Apollo [US Apollo Space Program] e outros programas de exploração espacial. Pesquisadores e cientistas sugeriram que o governo norte-americano estava muito preocupado com um possível contágio mundial causado por contato com algum organismo extraterrestre. Foi determinado que o sistema imunológico dos seres humanos não seria capaz de combater o contato próximo ou penetração de elementos extraterrestres, portanto, qualquer tipo de exposição nesse sentido seria encarado seriamente por parte das autoridades.

    http://www.ufo.com.br/index.php?arquivo=notComp.php&id=4564

    http://www.beyondweird.com/

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    Novo mapa sugere que Marte teve oceano que cobria 30% do planeta


    2009 - 11.24
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    Cientistas conseguiram imagens detalhadas de vales.
    Com elas, chegaram a conclusões sobre clima no planeta.

    “Todas as provas reunidas ao analisarmos essa rede de vales apontam para um clima particular no início da existência de Marte”
    Usando um novo programa de computador, cientistas da Universidade de Northern Illinois e do Instituto Lunar e Planetário de Houston conseguiram produzir um mapa mais detalhado das redes de vales de Marte e perceberam que elas são 2,3 vezes mais extensas do que se imaginava.

    Além disso, o estudo mostrou que as regiões mais densas em vales formam um cinturão em torno do planeta entre seu equador e uma faixa mais ao sul, o que é consistente com a teoria de que havia um oceano cobrindo uma grande porção do hemisfério norte de Marte.

    “Todas as provas reunidas ao analisarmos essa rede de vales apontam para um clima particular no início da existência de Marte”, disse Wei Luo, da Universidade de Northern Illinois. “Esse clima incluía chuvas e um oceano cobrindo cerca de 30% da superfície do planeta.”

    Quente e úmido

    As redes de vales de Marte se assemelham aos sistemas de rios da Terra, sugerindo que o Planeta Vermelho já foi mais quente e mais úmido do que é hoje.

    Mas, desde que essas redes foram descobertas por uma sonda espacial, em 1971, cientistas têm debatido se elas teriam sido criadas por erosão provocada por água na superfície – o que sugere um clima chuvoso – ou por erosão causada por águas subterrâneas – o que indicaria um clima mais frio e seco.

    O novo mapeamento permitiu também aos pesquisadores verificar que há semelhanças entre a densidade das redes de vales da Terra com a de algumas regiões de Marte, o que seria um indício de erosão provocada por chuvas.

    A superfície de Marte é caracterizada por planícies localizadas principalmente no hemisfério norte e por montanhas concentradas mais no sul. Segundo os cientistas, esta topografia mostra que a água se acumularia no norte.

    “Um planeta com apenas um grande oceano teria um clima do tipo continental árido na maioria de suas superfícies de terra”, disse Luo. Os resultados do estudo foram publicados na revista especializada “Journal of Geophysical Research – Planets”.

    Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1390081-5603,00-NOVO+MAPA+SUGERE+QUE+MARTE+TEVE+OCEANO+QUE+COBRIA+DO+PLANETA.html

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    Vaticano quer evangelizar Ufos


    2009 - 11.24

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    O interesse do Vaticano pela ufologia e a vida extraterrestre começou a chamar a atenção a partir do dia 18 janeiro de 1997, quando a revista oficial da Conferência dos Bispos da Itália publicou uma entrevista com o padre Piero Coda, um dos mais importantes teólogos do Vaticano. Na entrevista, padre Coda afirmou que “criados por Deus e tendo suas falhas, eles (os extraterrestres) precisam de redenção através das palavras salvadoras de Jesus Cristo”. Respondendo as perguntas do repórter da revista, padre Coda afirmou que se existirem seres inteligentes e livres em outros lugares do Universo, a solidariedade religiosa exigirá que a eles também seja oferecido o caminho da salvação.
    E que: “Pode até haver algum enriquecimento, exatamente como aconteceu no passado, quando a cultura européia entrou em contato com mundos que tinham sido absolutamente desconhecidos até então”. Meses antes da entrevista do padre Coda, outros teólogos do Vaticano tinham declarado ao respeitado jornal “Corriere Della Serra” que os extraterrestres também devem ser considerados “filhos de Deus”. Em outubro do ano passado, ao divulgar a mais recente edição do Dicionário do Vaticano, a Santa Sé admitiu ter incluído a expressão “objeto voador não identificado” que, no dicionário, é chamada, em latim, de “res inexplicata volans” – “coisa voadora inexplicada”.
    Ainda em outubro do ano passado, em sua edição do dia 14, o influente jornal inglês “The Sunday Times” informou que o Vaticano começará a construir um dos maiores observatórios astronômicos do planeta, no deserto do Arizona, Estados Unidos. Vai ser um dos mais bem equipados observatórios conhecidos e contribuirá na busca de outros planetas com condições de sustentar a vida. Terá dois possantes telescópios, capazes de identificar gases e poeira cósmica em torno de estrelas e sistemas planetários com condições propícias para o aparecimento e evolução da vida, ao menos, dentro dos parâmetros conhecidos.

    DIGITAIS – “Procurem as digitais de Deus”, disse o Papa João Paulo II, aos 20 padres-astrônomos que estarão trabalhando no projeto e a toda a equipe que o está desenvolvendo. Aparentemente complementando as declarações do Papa, o diretor do observatório, frei George Coyne, comentou no dia seguinte que “acreditamos que a Igreja tem de se juntar a esse esforço científico, a graça trazida pela encarnação de Cristo estende-se a todos os campos da atividade humana”. “Mas o projeto do novo observatório traz consigo alguns riscos teológicos” e um dos maiores deles seria a descoberta de formas de vida extraterrestres, principalmente se dotadas de inteligência.
    A Igreja enfrentaria a delicada questão de definir se a crucificação de Jesus, a que a crença católica atribui um sentido de redenção dos pecados de toda a humanidade, redimiu também seres de outros planetas. Uma maneira de contornar o problema seria converter os extraterrestres – uma idéia que já é considerada pelos astrônomos do papa, como foi feito com outras civilizações ao longo de toda a história humana.

    AE/Notícias Cristãs

    http://news.noticiascristas.com/2009/11/vaticano-quer-evangelizar-ufos.html

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    Novos recordes de distância no espaço: 13 bilhões e 10,2 bilhões de anos-luz


    2009 - 11.17

    aglomerado_galaxias_jkcs041Em poucos dias a astronomia cravou dois recordes importantes. Primeiro, foi descoberto o aglomerado de galáxias mais distante jamais observado – há 10,2 bilhões de anos-luz. Pouco tempo depois e já vieram com a outra novidade: detectaram uma explosão de raio gama ocorrida 13 bilhões de anos-luz atrás.

    A nova marca para aglomerados de galáxias foi definida com contribuições de vários telescópios na Terra – como o britânico UKIRT no Havaí e o europeu VLT no Chile – mais a palavra final do telescópio espacial Chandra, que observa em raios X. O aglomerado recém-descoberto formou-se quando o universo tinha em torno de um quarto de sua idade atual.

    Batizado de JKCS041, ele foi detectado no UKIRT em 2006. Desde então já pairavam algumas desconfianças de que ele pudesse estar muito, mas muito, longe. Outras observações foram necessárias para confirmar não só sua distância, mas sua natureza: poderia ser apenas um amontoado de galáxias que parecem formar um aglomerado, por exemplo. Nesse ponto é que as observações com o Chandra foram fundamentais. Com elas, Stefano Andreon e seus colegas confirmaram a natureza do JKCS041.

    A descoberta é muito importante porque após uns 3 bilhões de anos do Big Bang, as galáxias começaram a se aglomerar e esse processo reflete as características do universo naquela época. O aglomerado JKCS041 está justamente na fase mais inicial do processo. De acordo com Andreon, vai ser difícil achar aglomerados mais jovens que este.

    Ben Maughan, que também participou do estudo, comparou a descoberta com o descobrimento de um tiranossauro: é um fato importante e notável, mas um tiranossauro só não faz verão. Com apenas um não vai dar para dizer muita coisa sobre todos os tiranossauros. Com a descoberta de outros aglomerados nessa escala de distância, aí sim será possível estudar a composição química em tempos tão remotos. Também será possível estudar a eficiência na formação de aglomerados, a temperatura do gás que emite os raios X que possibilitaram a confirmação da natureza do aglomerado… Além de tudo isso, será possível melhorar nossa compreensão da cosmologia do início do universo.

    A mancha azul da foto representa o gás aquecido do aglomerado que está emitindo raios X, e as galáxias do aglomerado são as bolinhas brancas circundadas por uma mancha azul de raios X também. A propósito, o recorde anterior era de um aglomerado a 9,2 bilhões de anos-luz, descoberto pelo XMM-Newton, outro telescópio espacial de raios X.

    O mais longínquo de todos
    Parece olimpíada, mas não é. Além do novo recorde de distância para um aglomerado de galáxias, foi estabelecido também o recorde de distância de qualquer objeto astronômico jamais observado. Trata-se de uma explosão de raios gama (os famosos gamma ray bursts) que são detectados a uma média de quase um por dia. Essas explosões de raios gama foram detectadas pela primeira vez em 1967 pela constelação de satélites Vela, destinados a espionar os testes nucleares dos soviéticos.

    Naquela época, tudo foi mantido em segredo. Ninguém sabia o que era. Vindo do espaço, era mais misterioso ainda. As coisas foram se desanuviando e hoje em dia as teorias mais aceitas indicam que essas explosões são originadas da morte de estrelas de alta massa em galáxias realmente distantes. Essas explosões são muito poderosas. Ocorrendo no local errado, certamente terminariam com a vida em planetas. Espera-se que Eta Carina, a uns 3.000 anos-luz de distância, um dia acabe sua vida como uma versão um pouco menos intensa do que uma explosão de raios gama.

    O novo recorde estabelecido agora é de 13 bilhões de anos-luz, ou seja, ela ocorreu quando o universo tinha apenas 630 milhões de anos! Esse evento nos traz informações sobre um universo extremamente jovem que passava por drásticas mudanças. A estrela que explodiu fazia parte das primeiras gerações de estrelas, que possuíam características bem diferentes das atuais.

    http://colunas.g1.com.br/observatoriog1/

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    Uma nova panorâmica de uma velha conhecida


    2009 - 11.17

    hubble_595_600A galáxia M83 não é exatamente uma novidade no céu austral. Ela foi descoberta em 1752 por Pierre Merchain e desde 1781 integra o catálogo Messier, mas uma nova imagem divulgada pelo Hubble é cheia de novidades.

    A câmera de campo amplo (WFC3 em inglês) tem capacidade de enxergar em comprimentos de onda desde o ultravioleta até o infravermelho. Essa característica permite estudar diferentes processos físicos e diferentes populações estelares de uma vez só. Galáxias inteiras podem ser dissecadas e o alvo desta vez foi M83.

    De uma vez só, nesta nova foto, podemos ver aglomerados globulares (compostos por estrelas amareladas velhas e frias), estrelas azuladas jovens e quentes, muito gás ionizado e poeira. Logo à direita podemos ver o núcleo de M83, com uma pequena barra. As manchas rosadas são regiões HII, onde o gás hidrogênio é ionizado pelas estrelas jovens e brilha na cor avermelhada. Várias destas regiões envolvem aglomerados azulados, que são estrelas com idade entre 1 e 10 milhões de anos. A galáxia tem braços espirais que parecem furados, como um queijo suíço, por causa da ação dessas estrelas que escavam as regiões HII pela ação de ventos fortíssimos.

    Nem só de estrelas jovens essa imagem é composta. Nesse pequeno pedaço de M83, o Hubble conseguiu encontrar por volta de 60 restos de supernovas, ou seja, restos da explosão de uma estrela com muito massa. Esse valor é mais de 5 vezes o valor conhecido anteriormente para a mesma região!

    Além dessas evidências pós-morte, todo este cenário de cores mostra que a produção de estrelas nessa galáxia é bem maior que o pensado até agora. Mesmo o núcleo de M83 tem uma taxa de formação estelar inusual que deve ser causada pela barra citada anteriormente. Ela deve canalisar gás para o centro e com mais material disponível dá para formar mais estrelas.

    Uma velha conhecida com muitas novidades e de quebra uma imagem fantástica como esta. É o Hubble de volta à velha forma!

    http://colunas.g1.com.br/observatoriog1/

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    Água na Lua!


    2009 - 11.17

    agua_lua_595_424Finalmente saíram os primeiros resultados da sonda LCROSS, que se espatifou contra a Lua no dia 9 de outubro. E eles são fantásticos! Como você já leu aqui mesmo no G1, existe sim água na Lua e não é só aquele “orvalho” produzido pelo Sol em quantidades ínfimas, são “baldes e baldes” de acordo com Anthony Colaprete, cientista do projeto.

    Se você não se lembra, o último estágio do foguete que lançou a sonda LCROSS se chocou contra a Cratera Cabeus no polo sul da Lua com a intenção de levantar uma pluma de destroços e vapor do material no solo dessa cratera. Nos polos da Lua, algumas crateras, em especial suas beiradas, nunca viram a luz do Sol e a esperança é que nelas existisse água proveniente de impactos de cometas. Como nunca bate Sol por ali, o gelo trazido por esses cometas ainda estaria ali, desde que chegaram, talvez há bilhões de anos.

    Com o impacto do estágio do lançador, chamado Centauro, a nuvem de destroços foi estudada por espectrógrafos da nave e dos principais observatórios do mundo. O espectro da nuvem mostrou assinaturas inconfundíveis da presença de água.

    Por enquanto, apenas os espectros obtidos pela sonda foram analisados e apenas a água foi reportada. Os espectros no infravermelho obtidos pela LCROSS foram comparados aos espectros de laboratório, onde as amostras continham água. A semelhança entre ambos indicou que deveria haver água.

    Mas teria de haver uma confirmação independente: se houvesse água nesta nuvem, deveria haver uma assinatura da presença de hidroxila (OH) proveniente da dissociação dela. E o OH estava lá, desta vez nos espectros do ultravioleta. “Ficamos todos extasiados”, disse Colaprete na sexta-feira (13), que se tornou uma data histórica.

    Ainda deve vir mais coisa por aí. As análises por enquanto focavam a detecção de água, objetivo maior do projeto. Mas como o material da cratera é originário de cometas, mais substâncias devem ser identificadas, quem sabe até hidrocarbonetos complexos. Mas isso é chute meu.

    A presença de água na Lua traz novas perspectivas para os projetos de se estabelecer uma base permante. Isso porque esse gelo poderá ser usado para abastecer essa base, mas também para se produzir oxigênio e hidrogênio, tanto para os astronautas, como para combustível de foguetes.

    Neste ano da astronomia, em que celebramos o trabalho de Galileu, a descoberta não deixa também de ser irônica. Galileu foi o primeiro a afirmar que não havia água na Lua. Até sua época, as manchas escuras da Lua eram tidas como grandes mares de água, tanto que se chamam mares (ou “maris” em latim); a Apolo 11 pousou no Mar da Tranquilidade, por exemplo. Curiosidades à parte, um resultado importantíssimo!

    http://Columbian.g1.com.br/observatoriog1/

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    Chegada ao Brasil foi melhor que à Lua, diz astronauta Buzz Aldrin


    2009 - 11.17

    Segundo homem a pisar na Lua faz visita ao Brasil.
    Ele chegou ao Rio de Janeiro acompanhado do astronauta Marcos Pontes.

    Aldrin chegou à cidade de Campos de Goytacazes (RJ) para um evento de comemoração dos 40 anos da missão da Apolo 11. 0,,32973288-FMM,00
    A partir da direita: Marcos Pontes, Buzz e Louis Aldrin (Foto: Marília Juste/G1)

    O norte-americano foi recebido por uma banda e uma apresentação de dança de alunos das escolas públicas da cidade. Ao lado dele estava a esposa, Louis Aldrin, e o astronauta brasileiro Marcos Pontes.

    As crianças cantaram em inglês e Aldrin elogiou a pronúncia dos estudantes, que escolheram a música “That’s the way (I like it)” para recebê-lo. “Eles cantam muito bem, é muito musical. Eu também gosto de música, já até fiz um rap”, disse o astronauta, comentando o vídeo na internet em que aparece ao lado do rapper Snoop Dogg.

    Aldrin deve encontrar novamente os estudantes da cidade em evento em praça pública às 16h. À noite, ele participa de uma solenidade em comemoração aos 40 anos da missão, no Teatro Municipal.

    Na noite de segunda (16), Buzz Aldrin concedeu entrevista por telefone ao G1 e disse que o Brasil deveria investir na exploração tripulada do espaço e os Estados Unidos não deveriam voltar à Lua.

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    UFO pode ter causado o blecaute de 10 novembro


    2009 - 11.16

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    O ufólogo e membro do Grupo de Pesquisas Ufológicas EXO-X, Paulo Aníbal Mesquita, recebeu uma imagem de um suposto UFO fotografado sobre a rede de transmissão de energia na noite do “apagão”, 10 de novembro, na região sul do estado de São Paulo. O grupo está trabalhando com a hipótese de que o UFO teria de alguma forma ligação como o blecaute, já que é de conhecimento de toda comunidade ufológica que quando um objeto voador não identificado esta perto de rede elétrica interfere na mesma devido ao seu efeito EM (eletromagnetismo). Mas é claro que não podemos descartar a possibilidade de uma coincidência, pois o UFO pode ter aparecido após o blecaute.

    Imagens do satélite GOES-10, fornecidas pelo Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos e pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (CPTEC/INPE), não confirmaram se no momento aproximado do blecaute que atingiu boa parte do Brasil e todo o Paraguai havia atividade convectiva – tempestades ou raios na região da hidrelétrica de Itaipu -, que fica na fronteira do Brasil com o Paraguai e Argentina. Os sensores da Rede Integrada Nacional de Detecção de Descargas Atmosféricas (RINDAT) pararam de enviar dados ao servidor às 22h45, mas em comparação com imagens do satélite GOES-10, nenhum raio foi detectado na região de Itaipu no horário do evento, que deixou quase todo o Brasil e parcialmente, o Paraguai, às escuras. Na entrevista ao vivo para uma emissora de TV, o chefe de Comunicação Social de Itaipu, Gilmar Piola, explicou que as 20 turbinas foram desligadas às 22h15 porque, devido ao problema nas linhas de transmissão, não havia para onde enviar a energia produzida. Segundo ele o problema não foi na geração de energia em Itaipu, mas sim na rede de transmissão.

    Efeito EM (eletromagnetismo) – Causa pane nos sistemas elétricos de qualquer tipo, independente do tamanho das instalações afetadas. No caso de veículos toda vez que há interferência eletromagnética de um UFO na parte elétrica o problema só se resolve quandoo mesmose afasta. Na literatura ufológica há situações interessantes, inclusive hipóteses relacionadas ao tipo de motor e interferência de UFOs. Por exemplo,em novembro de 1954, na cidade de Forli, na Itália, dois agricultoresse deslocavamlado a lado com seus tratores, um de motor a explosão e outro com motor a diesel. Em certo instante, um UFOmuito luminososobrevoou ostratores e somente o que era movido a diesel continuou funcionando. Se o UFO gera um poderoso campo eletromagnético ou possui algum tipo de radioatividade, somente o motor a explosão seria afetado, por seu funcionamento depender da eletricidade. Por operar com outros princípios, o motor diesel parece não ser afetado.

    Dado histórico – Os Estados Unidos e o Canadá, em 09 de novembro de 1965, e no México, em 11 de dezembro de 2007, também sofreram grandes blecautes associados à aparição de UFOs. O apagão de 1965 atingiu toda região de Ontário, no Canadá, e todo o nordeste dos EUA, chegando até Connecticut, Massachusetts, New Hampshire, Rhode Island, Vermont, Nova York e Nova Jersey, onde cerca de 30 milhões de pessoas numa área de 207.000 km² ficaram sem eletricidade por até 1
    http://www.ufo.com.br/

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    Nasa anuncia descoberta de grande quantidade de água na Lua


    2009 - 11.14

    10D26AE1E15A6FE58FDC97E2A7451FA Nasa (agência espacial americana) anunciou nesta sexta-feira que descobriu grande quantidade de água na Lua durante experimentos realizados no mês passado.

    Nas experiências, a Nasa lançou um foguete e logo depois com uma sonda em uma cratera perto do polo sul lunar.

    Os cientistas da Nasa disseram que os instrumentos detectaram a água em uma coluna de detritos criada após as colisões.

    “De fato, sim, nós encontramos água. E nós não encontramos um pouquinho, nós encontramos uma quantidade significativa”, disse Anthony Colaprete, o principal responsável pelo experimento no Centro Ames de Investigação, da Nasa, no Estado americano da Califórnia.

    Os impactos levantaram cerca de 90 litros de água, estimou Colaprete.

    A identificação de água na Lua é importante por motivos científicos, mas a presença do recurso também poderia ser importante em futuras expedições tripuladas ao satélite natural da Terra.

    Análises

    “Estamos revelando os mistérios do nosso vizinho mais próximo e, por extensão, do Sistema Solar”, disse Michael Wargo, cientista especializado em Lua da Nasa.

    Se a água encontrada tiver bilhões de anos, ela pode conter informações sobre a origem do Sistema Solar.

    No caso de serem encontradas grandes quantidades, a água também poderia ser usada em viagens espaciais.

    A Nasa agora vai analisar a água e outros materiais encontrados.

    BBC Brasil – Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.

    http://noticias.br.msn.com/mundo/artigo-bbc.aspx?cp-documentid=22600501

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