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  • Archive for April, 2009

    Anel voador é filmado perto do Aeroporto de Los Angeles


    2009 - 04.28

    O que é interessante neste vídeo em particular é que mostra um anel raro e diferente. Enquanto gravava o objeto, a testemunha mencionava que o anel estava voando sobre a Praia de Manhattan perto do Aeroporto Internacional de Los Angeles.

    Se não houver nenhuma fraude neste vídeo, trata-se de um registro interessante.

    Fonte CUB

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    Envie seu nome para Marte!!?


    2009 - 04.25

    imagem-copiaMande o seu nome para marte e faça parte da Historia
    Seu nome será incluído com outros nomes, em um circuito integrado na Mars Science Laboratory (sonda) que será enviada para Marte em 2011!
    E você ainda recebera,um certificado com a sua participação como o da foto .

    link para a inscrição :http://mars.jpl.nasa.gov/msl/participate/sendyourname/

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    Europeus acham menor planeta extrassolar


    2009 - 04.22

    091129

    Um grupo de astrônomos europeus anunciou ontem ter detectado o menor planeta fora do Sistema Solar até agora. De quebra, afirmou que um vizinho dele é forte candidato a ter um oceano –e, talvez, vida.

    O novo planeta, batizado Gliese 581e, tem apenas 1,9 vez a massa da Terra. Ele orbita a estrela onde há dois anos a mesma equipe de pesquisadores descobriu um mundo com diâmetro semelhante ao da Terra e supostamente dentro da chamada zona habitável, região onde é teoricamente possível encontrar água líquida. Reuters

    Concepção artística do planeta extrassolar (à esq.), que tem 1,9 vez a massa da Terra e é vizinho de candidato a ter oceano

    O pequeno astro é o quarto planeta descoberto em torno da estrela Gliese 581, que vem sendo observada assiduamente há cinco anos pelo suíço Michel Mayor e colegas, com o auxílio de um telescópio do ESO (Observatório Europeu do Sul) em La Silla, norte do Chile.

    “Nossas observações indicavam que ainda havia espaço para encontrar mais planetas lá. A surpresa foi achar um tão pequeno e tão perto da estrela”, disse à Folha Xavier Bonfils, do Observatório de Grenoble, França, coautor da descoberta.

    Apesar de ser rochoso, como a Terra, o planeta “e” está perto demais de sua estrela para ser um bom candidato à vida. Sua distância em relação a Gliese 581 equivale a menos de 10% da distância da Terra ao Sol. Nessa região, qualquer oceano que viesse a se formar no mundinho seria vaporizado. E água líquida, até onde os cientistas sabem, é essencial à vida.

    A descoberta, no entanto, é importante por outra razão: ela mostra aos astrônomos que o céu é literalmente o limite para a detecção de planetas tipo Terra fora do Sistema Solar.

    Por Júpiter

    A caça aos planetas fora da Terra foi iniciada em 1995 por Mayor, do Observatório de Genebra, e seu colega Didier Queloz. Esses astros, porém, são praticamente impossíveis de observar diretamente, pois estão muito longe e acabam ofuscados pela luz de suas estrelas. Sua detecção precisa ser indireta, por meio do puxão gravitacional que eles exercem.

    Até pouco tempo atrás, achava-se que só fosse possível detectar planetas gigantes gasosos, como Júpiter, que exercem um puxão mais distinguível –mas que são todos inabitáveis. O aperfeiçoamento dos instrumentos e os vários anos de dados acumulados permitiram detectar mundos como a Terra.

    “Quando descobrimos o primeiro planeta extrassolar, não podíamos imaginar que isso poderia estar no domínio da astronomia hoje”, disse Mayor.

    Também ajudou o fato de o grupo ter escolhido o alvo certo: Gliese 581 é uma anã-vermelha, uma classe de estrela menor e menos brilhante que o Sol. No começo da década, anãs-vermelhas eram desprezadas pelos caçadores de planetas -que consideravam-nas frias demais para abrigar planetas habitáveis. Mas justamente o fato de elas serem mais “apagadas” ajuda na detecção de planetas rochosos.

    Novos alvos

    As observações do grupo europeu também permitiram refinar dados sobre a órbita e a massa dos outros planetas do sistema Gliese 581. Um deles, o “c” –o tal “gêmeo” da Terra–, talvez esteja na zona habitável. E seu vizinho, o “d”, certamente está. Apesar de não ser inteiramente rochoso, “ele poderia até mesmo ser coberto por um oceano”, disse em comunicado do ESO o suíço Stéphane Udry, outro membro da equipe.

    Bonfils afirma que ainda é possível descobrir mais planetas com até duas vezes a massa terrestre na zona habitável de Gliese 581. “Daqui a dois anos talvez possamos anunciar outro.” E o trabalho não para por aí: há 310 anãs-vermelhas candidatas a abrigar novas Terras na mira dos pesquisadores.

    http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u554313.shtml


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    Manual de vigilia ufologica


    2009 - 04.21

    vigilia2004

    As pesquisas de campo e vigílias são de suma importância para o ufólogo. Não só permitem coletas de dados, como são um excelente meio de colocar o conhecimento do pesquisador em prática, já que muitas são efetuadas através da observação do meio ambiente. Servem não só para união do grupo como para troca de experiências e informações. As análises são basicamente constituídas por dados de terceiros, que de alguma forma vivenciaram ocorrências com discos voadores, seus tripulantes ou fenômenos relacionados, e que servem de complemento na comprovação do fato. Evidentemente, entre os objetivos principais desse tipo de investigação está a coleta de provas definitivas da existência dos UFOs e de seus possíveis tripulantes, feita por meio de filmagens, fotografias e reunião do material físico, químico e biológico, porventura deixado pelos mesmos. Dentre eles, podemos incluir moldes de marcas de trens de pouso ou análise química de elementos da natureza, objetivando detectar alguma espécie de radiação, eletromagnetismo etc. A esse tipo de trabalho, com o qual o grupo de ufólogos pretende vivenciar o fenômeno, chamamos de pesquisa direta ou vigília. Já a análise indireta ou de campo, que inclui todos os tipos de contatos imediatos, de zero a quinto graus, se refere à coleta de informações e dados fornecidos por terceiros. Nestes casos há ainda a possibilidade de coletar os elementos. “É necessário chegar rápido ao local da ocorrência, evitando-se desta forma que a natureza destrua as possíveis provas deixadas pelo objeto, bem como pessoas inescrupulosas”, lembra o pesquisador Roberto A. Beck, pioneiro da Ufologia moderna.

    Para isso é importante a seleção do pessoal que trabalhará nas pesquisas. Primeiramente, deve ser levada em conta a disponibilidade de tempo de cada um. O grupo pode ser composto de seis a 10 pessoas, conforme forem as exigências do caso, como a distância a ser percorrida e o tempo de duração da investigação. A equipe deve se constituir de pessoas unidas, solidárias e ágeis, sendo necessário que tenham equilíbrio, coragem, condições físicas satisfatórias e ânimo redobrado. Por esse motivo, é interessante que não sejam levados indivíduos sem preparo, estranhos à equipe, menores de idade — menos de 14 anos — mulheres grávidas e outros que possam, de alguma forma, vir a prejudicar ou mesmo fazer com que as práticas sejam interrompidas. A escolha de um coordenador deve ser cautelosa, já que será o responsável por delegar deveres, obrigações e funções, além de definir durante a pesquisa quais as atitudes deverão ser tomadas durante as diversas situações que se apresentarem. Se houver necessidade, o coordenador discutirá o problema, que será posteriormente resolvido pela maioria. Antes de toda vigília, o grupo deve se reunir para traçar metas e discutir os detalhes, como o tempo de duração, custos, subsistência, índices de sobrevivência, elementos necessários para o deslocamento, o retorno etc. Dentre os principais estão:

    Material de investigação — Papel, caneta, lapiseira, mapa, régua, compasso, bússola, câmera fotográfica, filmadora com tripés, binóculo, relógio com cronômetro, gravador, walkie-talkie de médio ou grande alcance, lanterna, GPS, detector de radiações eletromagnéticas e contador Geiger. Além dos atuais notebooks (computadores portáteis), de extrema utilidade geral.
    Material de acampamento — Barracas, redes com mosquiteiros, cordas, fogão portátil, combustível, fósforo, prato, panelas, talheres, alimentação básica, água mineral, kit de primeiros socorros completo, medicamentos para dores, antitérmicos, anti-histamínico etc.
    Material pessoal — Roupas, o mínimo necessário e devem se adequar à época do ano e ao local do acampamento. Recomenda-se levar vestimentas folgadas e com bolsos grandes. As calças devem ser largas e de tecido grosso. Os objetos de uso pessoal e de higiene precisam ser levados em mochilas impermeáveis. Calçados: botas de cano curto ou longo, meias grossas e compridas. Um par de tênis para uso no local do acampamento.
    Utilidades — Faca, canivete, lanterna, isqueiro, lupa, documentos pessoais, cajado, cantil, boné, repelente, protetor solar.

    O grupo nunca deve se deslocar para o lugar da vigília em um único veículo. Dê preferência, com um utilitário, para carregar o material e automóveis para conduzir as pessoas, sem apertos e incômodos. Chegar ao local de dia para escolha, limpeza e montagem do acampamento. Quando há oportunidade, recomenda-se visitar anteriormente a área, como forma de melhor reconhecimento, percepção de espaço e segurança. Em vigílias rápidas, de algumas horas ou somente uma noite, muitos desses materiais poderão ser dispensados, ficando à critério escolher o que levar. É interessante nunca acampar perto de rios, beira de barrancos, embaixo de árvores, perto de grutas, locais pedregosos ou mato alto. Procurar sempre locais não muito descampados e altos, de onde se possa ter uma visão geral de toda a região, de preferência os 360º. Observar se existem estradas, casas, movimentos de pessoas, tráfego aéreo, pegadas de animais, rastros de répteis, montes de cupins, charco, rio e lagoa. Levar um plástico branco ou lona para a proteção durante o período da pesquisa, além de bancos ou cadeiras dobráveis — no máximo três, para revezamento de descanso. As barracas precisam ficar perto umas das outras e a fogueira deve ser mantida acesa durante a noite, com os cuidados necessários para que não se alastre pelo ambiente. Dependendo da quantidade de pessoas é necessário plantão, com revezamento de no mínimo dois componentes e por cerca de duas horas a partir de um horário que a pópria equipe determinar. Os que não estiverem escalados para fazer o primeiro turno, devem dormir ou descansar.

    Os que ficarem de plantão, darão o alarme caso constatem algo interessante ou alguma emergência. Em vigílias não se deve falar alto, especialmente à noite, promover serenatas, comportar-se inadequadamente, discutir assuntos fora do tema ufológico, ligar rádios ou afastar-se do grupo sem avisar. Também determina-se um cozinheiro que ficará responsável pelas refeições, armazenagem dos alimentos e limpeza dos materiais da cozinha. Entretanto, cada integrante deverá lavar seu prato, talheres e copo e os manter sob sua guarda. Quanto a alimentação, uma comissão deverá ser organizada, que ficará responsável pela compra dos mesmos, tendo como base o número de participantes e o tempo que levará a pesquisa. As despesas gerais serão divididas em partes iguais entre os participantes.

    A vigília – Em vigílias prolongadas, com acampamentos, ou simples, de apenas algumas horas, o coordenador da pesquisa terá sob sua responsabilidade o bom andamento da mesma, usando para tal seus conhecimentos e experiência. Levar sempre manuais ou livros de primeiros socorros, bem como de procedimentos emergenciais em situações de risco. Um grupo bem treinado e informado tem bem mais possibilidades de sucesso. Portanto, reuniões prévias devem ser realizadas para conhecimento das várias situações que podem ser apresentadas. Tão logo esteja a equipe acomodada no local, é conveniente, como primeira medida, entrevistar as pessoas residentes na região. Isso deve ser feito durante o dia, colhendo assim informações sobre possíveis avistamentos ou ocorrências estranhas que venham enriquecer a coleta de dados, bem como fornecer pistas a respeito do local exato de fatos anteriores. Uma ação de duas ou 3 pessoas deve ser designada a fotografar, filmar e gravar as entrevistas consideradas relevantes, enquanto os outros elementos permanecerão no acampamento tomando as providências. Filmadoras e máquinas fotográficas deverão estar em posição de serem usadas, devidamente com seus tripés e cobertas por plástico para protegê-las de chuva, sereno, poeira etc. As máquinas fotográficas deverão estar no modo B para exposição prolongada de abertura de diafragma e os filmes deverão ser de 400 asas para cima, que são recomendados para fotos noturnas, por serem sensíveis à luz. No caso das câmeras digitais, preferência para modelos potentes e de alta resolução, e que haja experiência no manuseio correto na tomada de imagens. Já as filmadoras precisam estar no modo manual, sendo que a utilização do zoom deve ser moderada para que as imagens não fiquem desfocadas. As pessoas que utilizarão as máquinas devem, portanto, possuir um mínimo de conhecimento do material, para que não sejam perdidas oportunidades raras de documentação de fatos tão importantes na vigília. Estar prevenido, preparado, dominar o instrumento de trabalho e, o mais importante, ser frio, calmo e competente na hora de agir é a receita para o sucesso.

    Como o grupo deve se comportar diante de avistamentos de naves, sondas ou até mesmo algum tipo de visitante? Quais deverão ser as atitudes da equipe quando acontecer um avistamento próximo, de longa distância ou até mesmo um possível contato visual com algum ser e na aproximação de um ou mais visitantes do grupo, no convite para adentrar a nave ou na tentativa de abdução de um ou mais indivíduos? Imaginemos por um momento que realmente venha a acontecer uma das hipóteses acima relacionadas, como você agiria no momento da ocorrência? Correria? Ficaria parado? Esconderia-se em algum lugar? Uniria-se ao grupo e aguardaria os resultados? Eis aí uma questão que a primeira vista pode parecer impossível de se realizar, mas que necessariamente terá de ser discutida entre os participantes nas reuniões prévias, porque vai depender, e muito, das pessoas que estiverem presentes. Certa ocasião, em uma de nossas vigílias em Alexânia (GO), um dos componentes passou mal ao ver se aproximar uma sonda avermelhada e teve que ser conduzido às pressas para dentro de um dos veículos, que, por sorte, estava perto do local. Ali, ele permaneceu até o fim, sem mais participar dos acontecimentos daquela noite. Portanto, qualquer decisão tomada pelo grupo com relação a esse aspecto deve ser seguida por todos por ocasião da possível ocorrência.

    Grupos iniciantes – Novas equipes de ufólogos devem sempre iniciar suas pesquisas com as vigílias rápidas, ou seja, aquelas que possibilitem o retorno na mesma noite e que não necessitem de acampamento ou permanência demorada no local. São geralmente análises cuja duração podem variar entre três a 6 horas, representam pouco gasto e necessitam de uma pequena quantidade de material, devendo-se levar o necessário para pesquisa, como um lanche variado, agasalhos etc. Tais investigações dão ao grupo mais experiência. Os elementos da equipe devem permanecer sempre os mesmos e, com o tempo, novos pesquisadores poderão ser acrescentados, recebendo dos mais antigos as informações de como participar e também ser útil às finalidades propostas. Os detalhes sobre o uso do material, conhecimento básico de astronomia, fenômenos naturais, primeiros socorros e toda espécie de recursos emergenciais que a natureza possa oferecer deve ficar não só a cargo do coordenador, mas de pessoas capacitadas.

    Vigília solitária – Não é aconselhável fazer vigília solitária em lugares desconhecidos. Quando muito, poderá ser realizada em seu próprio sitio ou fazenda. Quem sabe na varanda de seu apartamento, confortavelmente, sem perigo de assaltos, ataques de animais ferozes ou outras surpresas desagradáveis. Por isso é que se aconselha realizar pesquisas em grupos.

    A pesquisa de campo – Diferente da vigília – que chamamos de atividade direta -, a pesquisa de campo é considerada uma atividade indireta. Nada mais é do que a coleta de informações e situações vivenciadas por terceiros, relativas a acontecimentos ufológicos. Em tais casos a equipe a ser montada deve-se constituir por pessoas devidamente pré-selecionadas com capacidades e perspicácia investigativa. Precisa ter bom entendimento psicológico e intuitivo. Um elemento do grupo deve ter conhecimento de técnicas de abordagem jornalística e/ou ufológica para um perfeito levantamento e confiabilidade dos dados ou informações levantadas. É recomendável o uso de um questionário, que deverá ser previaente elaborado, preenchido pelos informantes ou contatados detalhando a situação por eles vivenciada. Devem ser feitas fotos e filmagem dos locais das ocorrências e de seus participantes, assim como gravações de todas as conversas em torno do assunto, até mesmo das pessoas que não participaram do evento. Às vezes, no meio desses fatos, alguma informação elucidadora e adicional poderá ser bastante interessante. Tal grupo deve ser constituído no mínimo por três pessoas, com tempo disponível para uma pesquisa prolongada. Após a análise das informações, se consideradas confiáveis ou autênticas, devem ser levadas a conhecimento público através da mídia e a todos os grupos envolvidos na mesma pesquisa. Dependendo da ocorrência, a equipe deve continuar acompanhando o fato e seus envolvidos, principalmente se houver casos de implantes ou efeitos de qualquer ordem nas pessoas, ocorrências merecedoras de um acompanhamento constante. De uma forma sintética, foram abordado os pontos necessários básicos para se alcançar resultados positivos em pesquisas de campo e vigílias realizadas por grupos de ufólogos. Mas o principal é que as equipes sejam constituídas por pessoas que pensem aproximadamente da mesma forma quanto à sua realização e ao uso adequado dos procedimentos pré-estabelecidos.

    Fonte: Revista UFO

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    UFO em formato de bumerangue no RJ


    2009 - 04.19

    O possível UFO foi visto acima do bairro de Itapuaçu, município de Maricá (RJ), em noite de fevereiro de 2009 – a testemunha não soube precisar a data. “Um objeto em formato de bumerangue, não muito alongado, de cor levemente salmão, com iluminação leve por todo seu corpo, e com linhas de iluminação um pouco mais intensa na direção
    2009-bumerangue0005
    do movimento que fazia,” contou. “Cruzou o céu numa velocidade magnífica, me levantei rápido, pois seu movimento foi na direção do pinheiro perto da casa, e tentei acompanhar seu movimento, mas o objeto ziguezagueou e continuou em alta velocidade sumindo acima do telhado da casa.” O objeto passou de oeste para leste, em grande velocidade – bem maior que a de um avião e menor do que uma estrela cadente – com definição clara de sua forma, iluminação discreta, que só foi possível ver dado a coincidência do momento e das condições do local. Não há dados sobre mais testemunhas deste evento até o momento.


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    Esfera luminosa voando em Austin Nova Iguaçu


    2009 - 04.19

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    Relato de PAULO ADONAI
    Vi uma esfera luminosa voando (!) em direção ao solo, parecia um meteorito, porém parou no ar. Após ficarem alguns segundos estáticos, fez uma trajetória em ziguezague, depois subiu em uma velocidade alucinante, sumiu como mágica. Isso aconteceu no bairro do Tinguazinho em Austin Nova Iguaçu , tenho quatro testemunhas. Mas mesmo assim continuo sendo agnóstico nesse assunto. Não basta ver, é preciso analisar todas as possibilidades.


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    Seria uma Coincidência esse caso ser igual ao caso de Nova Iguaçu?


    2009 - 04.16

    Seria uma Coincidência esse caso ser igual ao caso de Nova Iguaçu?
    Foi visto óvnis perto de um vulcão no México, e varias luzes iguais as vista perto da serra do vulcão em nova Iguaçu, qual e a relação? Qual o interesse deles em nossos vulcões?
    Veja o vídeo e compare com a filmagem de nova Iguaçu.

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    Moradores voltam a temer Ovnis em Itatira


    2009 - 04.13

    imagem1
    Os 17.689 habitantes de Itatira estão evitando andar a noite pelas estradas com medo dos objetos não identificados

    Itatira. Os Objetos Voadores Não Identificados (Ovnis) estão de volta a esta cidade, nos Sertões de Canindé. Moradores das localidades de Contendas, Arisco, Conjunto Novo e Volta da Jurema estão apavorados com a presença dos objetos que voltaram a ocupar o espaço nos céus da região, nos últimos dois meses. Os 17.689 habitantes estão evitando andar à noite pelas estradas.

    Donas-de-casa, agricultores, estudantes, comerciantes, vaqueiros e motoristas afirmam que já viram objetos luminosos durante a noite em cores azul, vermelha e amarela. Todos na região descrevem da mesma maneira. O objeto se move rápido, irradia uma luz forte, provoca um calor enorme e não emite barulho.

    Segundo a estudante Luciana Cristina, 17 anos, que reside na comunidade de Contendas, o objeto luminoso surge do nada e irradia uma luz de cor laranja bem forte a ponto de aumentar a temperatura do corpo em segundos. “Foram diversas aparições, mas só consegui fotografar uma, no dia 28 de março, às 20h30, deste ano”, disse. “Muitas pessoas já viram esse objeto estranho, não sabemos precisar o que realmente é, mas que deixa muito medo”.

    O vaqueiro Adenil Braga dos Santos, 34 anos, ficou três dias sem dormir impressionado com o que viu numa viagem a cavalo de Marcajá, região de Santa Quitéria, para sua residência, no Conjunto Novo, na sede de Itatira. “Era uma luz de cor vermelha, que emitia um calor intenso e, quanto mais eu corria, mais ela me seguia, foi uma noite de pânico”. Quem também jura que viu o objeto luminoso é o evangélico Maximiano Carmo, 82 anos. Segundo ele, uma luz emitiu uma onda de calor sobre ele. “Meu neto gritou: vô, olha a luz e quando olhei para cima desmaiei devido à quentura sobre meu corpo ser acima do normal”.

    Formato do objeto

    Em Contendas, Maria Gomes Anunciação, 73 anos, descreve o formato do objeto. “Uma luz vermelha que clareou a madeira, foi jogada sobre meu corpo. Tive que me abrigar sobre uma árvore para evitar o pior”, conta ela, que vinha da casa de uma amiga. Sua filha, Maria José Duarte, 43 anos, diz que já viu três vezes. “Começou pequena, do tamanho de uma estrela, com uma cor avermelhada, depois foi formando, aumentou e ficou azul paralisado no ar e após ficar cinza sumiu”.

    Um depoimento que chama atenção é do empregado da Prefeitura de Itatira, Antônio Cavalcante, 39 anos. Ele disse que viu o objeto na localidade de Volta da Jurema. “É tipo um avião de 3 a 4 metros de comprimento. Redondo e comprido. A sua fuselagem é cor prata, tem vidros azuis na frente e um trem de pouso preto”. Ele chegou a desenhar o objeto para provar o que viu. “Emite uma luz vermelha que causa calor intenso, tem cor azul”. Segundo ele, a perseguição durou em torno de 23 minutos. “Fiquei com muito medo. Esse jogo de luz me causou problemas até para dormir. Estou sem conseguir repousar tranquilo há três meses”, contou.

    José Wilson, da comunidade de Ariscos, perdeu o tempo da marcha de sua moto ao ser perseguido pelo objeto luminoso e teve que jogar o transporte dentro do mato. “Este aparelho, que não sei explicar o que é, ficou jogando uma luz forte sobre minha moto por mais de 15 minutos. Fiquei escondido debaixo de uma árvore. O diâmetro da luz gira em torno de 8 metros, e tomou toda a estrada”, disse. “Quando tentei ir para casa, a bateria da moto estava descarregada”.

    O ufólogo Agobar Peixoto explica que, de 10 em 10 anos, os objetos se concentram numa área, fazendo uma varredura no Ceará. Esses objetos são do tamanho de um carro normal e emite uma energia luminosa muito forte.

    Segundo o presidente do Centro de Ufologia Brasileira, Milton Dino Frank Júnior, é importante explicar que Ovni, como o nome sugere, é um objeto voador não identificado e não necessariamente uma nave espacial ou qualquer outra coisa extraterrestre. “Quem trabalha com ufologia não são caçadores de ET (extraterrestre). A ufologia se preocupa com a segurança do espaço áereo”. Para ele, o relato das testemunhas é muito mais importante do que os registros de fotos ou filmagens, por mais que esses relatos não possam ser usados como provas científicas.

    Em Itatira, já foram registradas 273 aparições de 21 de novembro de 2008 até a data de 8 de abril de 2009.

    http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=629718


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    Avistamento em Barbacena-MG


    2009 - 04.10

    Relato
    Nossa, vou ser claro e objtivo aqui. Ontem às 22h20min da noite eu estava conversando com minha noiva pelo cel. E de repente em cima do prédio do meu bairro, apareceu uma coisa toda brilhante, arredondada com três luzes brancas e uma que parecia fogo no meio da coisa… Tenho certeza que não e avião ou nada normal que já vi… Ficou parado, andou e sumiu… Pra minha sorte meu cel. (V3re) tinha memória, e na hora encerrei a ligação com minha noiva e comecei a gravar aquilo…
    Moro em Barbacena-MG, no bairro do campo, e nunca vi algo parecido!
    Quero que me expliquem o que pode ser…
    Ajudem ai, o que é isso?

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    Foto simulação da frota de ovnis em Nova Iguaçu


    2009 - 04.10

    O G.U.B.f fez uma simulação do avistamento da frota de ufos na cidade de Nova iguaçu.
    Devia esta aproximadamente a uns 1500 metros de altura, não tinha como precisar, digo isso porque usei a serra do vulcão que mede uns 900 metros.
    Partia da serra do vulcão para o sul, tinha uma velocidade uniforme e todas as luzes se moviam ao mesmo tempo, em formação, como se tivessem ligadas por uma teia.
    Todas as luzes eram branca muito brilhantes.
    Eu fiz uma foto simulação para que vcs possa entender a mecânica da coisa lembre-se que estava à noite

    simulacao

    simulacao1

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