Relato do sr.Ricardo Pinto da Luz Alves de Faria
Tenho o céu, sobre o mar da Barra da Tijuca e sobre toda a Pedra da Gávea, á minha disposição desde 95, quando mudei para esta cobertura no Jardim Oceânico. Nunca vi nada igual, sequer parecido, com o que testemunhei nas noites de 30 de julho a 1 de agosto deste ano. Fui seduzido ( não abduzida) por um show de beleza plástica, com muitos efeitos especiais (ou espaciais). Organização e centenas de participantes. Tudo começou com a passagem de um ”avião” por cima de meu prédio. Quando já estava sobre o mar, na direção do Hotel Tropical, simplesmente parou. Corri, peguei binóculos possantes (dois) e, ao mirar no avião estacionado, encontrei uma esfera colorida e pulsantes, piscando em verde, amarelo e vermelhos. Incrível! Pena que perdi o momento em que ela sumiu. Mas o melhor estava por vir, quando resolvi subir para o alto do prédio, que me pertence, onde a Pedra da Gávea seria palco da maior experiência de minha vida. Primeiro, vi três luzes subindo, enfileiradas, uma abaixo da outra, por toda a encosta da pedra maior, do sopé ao cume. No céu, sobre a pedra menor, uma suposta estrela de luz clara, se vista a olho nu, mostrava sua verdadeira face quando enfocada por binóculos-uma esfera multicolorida e picante. O incrível foi ver aquilo que nem a olho era notada – centena de luzes menores, de brilho fosco, mas ágeis e muito velozes, indo e vindo, sempre ao redor das esferas maiores. E quando piscavam mais forte, ás vezes em um lilás quase néon, era respondido pela esfera maior. Eu achava que elas voltariam, mas nunca as observei retornando. Uma única vez fiquei estupefato ao ver um rolo grosso de fumaça sendo ejetado de uma nave. E foi assim que descobri que elas criam suas próprias escaramuças para se deslocarem sem serem vistas. Sem precisar de binóculos, vi luzes claras circulando na mata que circunda a Pedra da Gávea. De repente apagavam a luz, por uma meia hora mantinham-se por lá, para só então religarem a luz e se deslocarem para o céu. Na segunda noite de vigília solitária, vi coisas novas, mas o melhor veio ás 5;45 hs, quando um avião a jato com desenho semelhante ao dos jatos da aeronáutica decolou quase na vertical e passou justo entre as duas esferas que restavam após uma noite movimentada. Que bom! Eu não estou vendo coisas, o Governo sabe, as forças armadas estão conscientes da presença de naves alienígenas sobre o Rio de Janeiro. O curioso é que nada era dito, nenhum jornal publicava sequer uma linha sobre os Óvnis. Então a aeronáutica não quer divulgar o que está acontecendo, conclui. Sintomático, na semana seguinte ela abre para a mídia o conteúdo de um arquivo mantido em sigilo desde 1952, fotos feitas por um militar de uma nave alienígena sobrevoando a Pedra da Gávea. Só gostaria de saber quantos anos o público vai esperar para que vocês revelem o que está acontecendo AGORA, novamente na Pedra da Gávea?
Ricardo Pinto da Luz Alves de Faria
Jornalista e ator
54 anos
Carioca da Tijuca, adolescente de Ipanema, universitário do Leme e, há 25 anos, morador da Barra da Tijuca .












































